América Latina atrasada: 4G representa 2,4% das conexões

A migração para o 4G tem uma série de barreiras como custo do serviço, dificuldades na implantação da infraestrutura e um ambiente macroeconômico desafiador, segundo Amadeu Castro, diretor da GSMA Brasil.
As redes de telefonia móvel ultrarrápida de quarta geração (4G) representam apenas 2,4% das 683 milhões de conexões móveis da América Latina no primeiro trimestre deste ano, abaixo da média mundial de 8,4%, segundo um estudo realizado pela consultoria especializada em telecomunicações móveis, GSMA.

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