Cresce o pedido de bloqueio e acesso de celular roubado ou extraviado

Celular roubado. As operadoras brasileiras de telefonia móvel receberam, em fevereiro, 122 mil novos pedidos de bloqueio do acesso de aparelhos celulares por motivo de roubo, furto ou extravio.

Com isso, um total de 9,5 milhões de IMEIs (código de identificação) de aparelhos celulares já aparecem registrados no Cadastro de Estações Móveis Impedidas (Cemi), banco de dados das empresas de telefonia que funciona desde 2000. O balanço foi divulgado nesta quinta-feira (8) pelo Sindicato Nacional das Empresas de Telefonia e de Serviço Móvel Celular e Pessoal .

Veja a seguir os meios para rastrear celulares roubados ou perdidos de acordo com seu sistema operacional.

ANDROID: (Samsung, Sony, HTC, ZTE, LG, Motorola, Asus, Xiaomi, etc)

Para localizar telefones dessa plataforma é simples. O primeiro passo é digitar “encontre meu telefone” no buscador google. Logo o usuário será encaminhado para o MINHA CONTA, onde será mostrado os aparelhos conectados a conta do google que estava ativa no aparelho.

Nessa área o usuário terá várias opções, caso o celular esteja perdido em um lugar próximo é oferecido um recurso que possibilita fazer o smartphone tocar no volume máximo para facilitar que seja encontrado. Em caso de furto, é possível localizá-lo e bloqueá-lo, essa ferramenta do google emite uma mensagem para o celular para caso de alguém encontrá-lo, nesta mensagem terá apenas a opção de ligar para o número de resgate, que é registrado pelo próprio dono do aparelho. Assim, as informações pessoais do dono é preservada.

Aprenda como recuperar mensagens apagadas no WhatsApp

Você sem querer, já apagou mensagem recebida pelo WattsApp?  Esse aplicativo é um dos mensageiros mais populares da atualidade, e serviços dedicados à troca de conversas geralmente contam com mecanismos que permitem a exclusão de diálogos para proteção da privacidade. A verdade é que o WattsApp possui restrições quanto à sua capacidade de recuperação de mensagens.

Mas o drama de quem precisa resgatar o que foi dito e então excluído através do WattsApp está prestes a acabar. É que um gerenciador de dados promete recuperar mensagens que foram apagadas. Vale notar, porém, que a execução dos passos descritos a seguir pode não restaurar todo o seu bate-papo.

Durante nossos testes, as mensagens foram devidamente recuperadas. Assim, se você realmente precisa resgatar aquela mensagem deletada, seguir as dicas a seguir pode ser uma das suas melhores opções. Atenção: para que os textos possam ser recuperados, o  WattsApp deverá ser desinstalado. Portanto, certifique-se de fazer seus backups, e mãos à obra.

Passo 1 – Desinstale o app

Se sua mensagem foi trocada no período de até 24 horas, basta desinstalar e instalar novamente o aplicativo. Durante o processo de reinstalação, uma mensagem vai sugerir a restauração de mensagens. Basta tocar em “Recuperar” e pronto: nenhum app alternativo terá de ser instalado. Porém, se a conversa a ser resgatada aconteceu há mais tempo, um gerenciador de arquivos precisa ser baixado via Google Play, e seu WatsApp deverá ser desinstalado.

Passo 2 – Instale o Gerenciador de Arquivos

O Gerenciador de Arquivos (ou Clean File Manager ) é, justamente, um software que permite acesso às pastas de dados do sistema Android– outra opção de gerenciador de arquivos é o Web PC Suite, que precisa ser operado por meio de um computador.

Uma vez desinstalado o WhatsApp e baixado o Gerenciador de Arquivos), o local de armazenamento de dados de seu Android deverá ser acessado.

Abra o aplicativo e selecione “Memória do sistema” ou “Memória interna” – em nosso caso, a segunda opção foi marcada. Vá até a pasta “WhatsApp” e, em seguida, toque sobre “Databases” – este é o local em que as mensagens trocadas ficam armazenadas.

Passo 3 – Altere o nome dos arquivos

Os arquivos hospedados na pasta “Databases” correspondem às suas conversas. Porém, para que a restauração possa ser feita, os registros terão de ser renomeados. Acontece que cada um deles possui uma data – veja o exemplo abaixo, com as datas do mês de janeiro.

Em vermelho, os arquivos de conversas passadas; em azul, a conversa atual, que pode ser renomeada (em nosso caso, complementamos com “hoje”).

O truque está aqui: no momento em que você instalar novamente o WhatsApp, a restauração de conversas será sugerida. Acontece que apenas o arquivo do dia pode ser resgatado, e o documento sem data na pasta “Databases” é que corresponde à sua conversa atual. Para que você não perca seu backup, sugerimos a renomeação do registro – em nosso caso, renomeamos o documento para “hoje”.

Mas como recuperar as conversas de, por exemplo, nove dias atrás? Selecione o arquivo na pasta “Databases” de um dia determinado e, então, remova os números que indicam a data. Esse processo fará com que o WhatsApp identifique a conversa editada como sendo a mais recente.

Remova os números da data e faça com que o WhatsApp “pense” que a sua conversa atual é aquela que foi deletada.

Passo 4 – Reinstale o WhatsApp

Baixe novamente o WatsApp e, durante a instalação, selecione a opção “Recuperar”. O aplicativo vai resgatar sua conversa mais recente, indicada pelo arquivo editado como o descrito pelo passo anterior.

Seus diálogos atuais podem ser consultados também através do app Gerenciador de Arquivos – em nosso exemplo, a palavra “hoje” foi inserida junto do nome do arquivo correspondente às mensagens do dia (ver passo anterior).

Conheça o primeiro celular com sensor biométrico na tela

 

Novidades à vista. Se você imaginava que umas das grandes fabricantes de smarthones– como a Apple ou a Samsung– seria a primeira a fabricar um celularcom sensor de impressão digital integrado à própria tela, você errou, pois foi a empresa chinesa Vivo que levou para a CES 2018 um dispositivo que permite a leitura biométrica no visor sem precisar separar espaço de borda para um botão capacitivo.

Um dos testes com o dispositivo foi feito pelo repórter Vlad Savov, da publicação The Verge. Segundo ele, a sensação de usar o leitor biométrico debaixo da tela é muito natural, assim como acontece nas versões com sensores capacitivos. Porém, ele notou uma certa lentidão em comparação com o modo tradicional, tanto na hora de registrar a digital quando de desbloquear o smartphone, mas nada que comprometesse a experiência.

A Vivo utiliza um sensor que já vem sendo desenvolvido há algum tempo, da empresa chamada Synaptics, e que figurou bastante nas notícias sobre rumores de smartphones da Apple e da Samsung com leitor biométrico sob a tela. Ele funciona analisando as lacunas entre os pixels em uma tela OLED (os LCDs não funcionariam por causa de sua necessidade de uma luz de fundo) e escaneando o padrão exclusivo de sua epiderme.

Essa é a mesma tecnologia que deveria ter aparecido no Galaxy S8, mas que por falta de tempo não pôde ser implantada da maneira adequada. A Synaptics, atualmente, já produz seu sensor – o Clear ID – em massa e é muito provável que a próxima geração de smartphones traga esse tipo de leitor biométrico em maior quantidade para os consumidores.

Aprenda a rastrear seu celular perdido ou roubado

Quando alguém que teve um celular perdido ou roubado sabe das dores de cabeça que isso provoca, dos temores com a perda da agenda e contatos, etc.

Há algum tempo, o Google lançou um serviço para facilitar a vida dos usuários que perderam ou tiveram seus tablets ou smartphones Android roubados. Trata-se de um sistema de rastreamento que permite encontrar o aparelho — e que pode ser útil, inclusive, caso você tenha perdido o gadget dentro de casa.

Por meio de um mecanismo bem simples, no qual você deve apenas se logar em sua conta Google, é possível ter uma ideia do local em que se encontra o dispositivo. Mesmo que ele não esteja com o GPS ativado, a ferramenta é capaz de rastrear e obter a localização exata do gadget, mesmo com uma pequena margem de erro.

Nas dicas a seguir, ensinamos como ativar esse recurso do Google. Mas primeiro, vamos mostrar como deixar seu aparelho rastreável, algo essencial para que a localização funcione quando o tablet ou celular desaparecer.

Ativando o Gerenciador de Dispositivos Android no smartphone/tablet

1. Abra a gaveta de aplicativos e encontre o app Config. Google.

Rastrear dispositivo Android

2. Na tela seguinte, ative as opções Localizar remotamente o dispositivo e Permitir bloqueio e limpeza remotos.

Rastrear dispositivo Android

3. Vá às configurações do Android e encontre a opção Localização. Mantenha a chave no modo Ativado. Com isso, você pode encontrar, bloquear e até mesmo apagar todo o conteúdo do seu dispositivo remotamente. Este recurso é essencial para ao menos manter a segurança de seus dados quando o gadget é perdido ou roubado.

Rastrear dispositivo Android

Rastreando seu dispositivo

1. Agora que você já deixou seu aparelho rastreável para o Google, acesse a página do rastreador de dispositivos Android.

2. Após fazer login, a próxima tela apresenta uma janela flutuante em cima de um mapa. Note que, de início, o sistema informa que está tentando fazer conexão com o seu aparelho.

Rastrear dispositivo Android

3. Dentro de alguns instantes, caso ele consiga estabelecer contato, as informações sobre o dispositivo aparecem na tela. No mapa, o serviço indica a localização aproximada do aparelho – perceba que ele informa uma precisão de 21 metros, ou seja, seu gadget está em um raio de 21 metros do ponto indicado no mapa.

Rastrear dispositivo Android

4. Agora que seu aparelho foi encontrado, você pode escolher uma entre as três opções disponíveis:

  • Tocar – Se você perdeu seu aparelho dentro de casa, ative esta opção para que ele comece a tocar. Assim, você consegue ouvir o barulho de seu ringtone e encontrar o dispositivo;
  • Bloquear – Esta opção serve para bloquear o aparelho e redefinir a senha de liberação. O recurso é ideal caso você tenha perdido o gadget, mas sabe que existe a possibilidade de encontrá-lo;
  • Apagar – Esta opção irá apagar completamente todos os dados do seu aparelho e não há como voltar atrás. A função pode ser bastante útil caso você tenha perdido definitivamente seu tablet ou smartphone, ou então ele tenha sido roubado.

E assim você conseguiu rastrear seu aparelho para descobrir onde ele estava. Além disso, já sabe que é possível bloqueá-lo ou mesmo apagar todos os seus dados à distância, evitando assim transtornos ainda maiores quando seu Android foi roubado ou perdido.

Moto X4 chega ao Brasil com câmera dupla e resistência à água

Foi lançado pela Motorola uma nova opção de smartphone intermediário de gama alta para o mercado brasileiro.

WhatsApp libera novo recurso mostrando aos amigos onde você está

 

Ainda nesse mês de outubro o WhastApp libera um novo recurso para seus usuários, chamado “Localização Atual”, ele vai permitir que você compartilhe a sua localização em tempo real com amigos durante uma conversa.

“Hoje, lançamos um novo recurso que lhe permite compartilhar sua localização em tempo real com família e amigos. Seja para se encontrar com amigos, avisar a familiares que você está em segurança ou compartilhar seu trajeto, o recurso Localização Atual é uma maneira simples e segura de informar às pessoas onde você está”.

A empresa nota que a função possui a criptografia de ponta a ponta, permitindo ao usuário escolher por quanto tempo um contato poderá rastreá-lo — sim, também é possível encerrar a transmissão a qualquer momento.

A nova função já pode ser baixada para Android e iOS (deve chegar automaticamente em breve)

“Funciona assim: abra uma conversa com o contato ou grupo com quem desejar compartilhar. Sob ‘Localização’, no botão anexar, há a nova opção de ‘Compartilhar Localização Atual’. Escolha por quanto tempo deseja compartilhá-la e toque em enviar”, explica o aplicativo. “Cada membro da conversa conseguirá ver sua localização em tempo real em um mapa. Se mais de uma pessoa compartilhar sua localização em um grupo, todas as localizações aparecerão no mesmo mapa”.

Os usuários do WhastsApp poderão compartilhar a localização em tempo real durante 15 minutos, 1 hora ou 8 horas.

Todo mundo sabe que ferramentas GPS costumam usar muita bateria. Então, a nova função provavelmente vai drenar um pouco a autonomia do seu aparelho. Ao Mashable, o gerente de produto do WhatsApp, Zafir Khan, disse que a “Localização Atual” teve diversas otimizações e não deve oferecer tanto impacto.

  • A nova função já pode ser baixada para Android e iOS e deverá chegar automaticamente ao aplicativo nas próximas semanas.

Cuidados que se deve tomar quando for comprar um aparelho usado

A cada dia, inúmeras novidades de smartphones são lançadas no mercado consumidor. Assim, as pessoas estão sempre procurando ter melhores celulares, e vendendo o seu atual por um preço “camarada”. Porém, essas pessoas que irão usufruir desses telefones que já passaram por outros donos, precisam ficar atentos à alguns detalhes antes de fechar a compra.

1- Tela

A primeira coisa que observamos em um celular, é sua tela. Não é pra menos, pois dependendo do aparelho, o valor de uma nova tela pode ser superior ao do celular novo. Observe bem se os arranhões são apenas superficiais (as vezes, apenas a película está riscada e a tela principal do telefone pode estar em bom estado).

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2- “Corpo”

O corpo ou a carcaça é uma das primeiras coisas que se nota também. Observe se há botões danificados, arranhões e/ou rachaduras em todo o celular. É possível comprar uma versão falsificada da carcaça por um preço menor. Usuários geralmente usam capinhas e películas para proteger a estética do celular.

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3- Conectividade

Dependendo do aparelho e do uso, algumas entradas podem acabar ficando danificadas devido ao tempo ou mal uso. Teste todas as entradas e tenha certeza de que o problema não é no smartphone, pois cabos como carregadores e fones de ouvidos podem ser comprados facilmente por um baixo custo (porém, não possuem a mesma durabilidade e eficiência de um original). Também é necessário testar as conectividades sem fio, entradas de cartãoSD e chip.

 

4- Bloqueado

Existem dois tipos de bloqueio:

– IMEI: é o acrônimo de Mobile Equipment Identity (Identificação Internacional de Equipamento Móvel), esse número é único e corresponde a identificação no cadastro no banco de dados no registro de identidade de equipamentos. Os aparelhos roubados ou perdidos podem ser bloqueados na operadora de telefonia com o objetivo de dificultar a sua comercialização. É possível consultar se o aparelho está bloqueado informando o número de IMEI. O IMEI é exibido após a digitação dessa sequência de caracteres *#06#. Mas vale salientar que criminosos conseguem alterar facilmente o número do IMEI, e desbloqueá-lo para revenda.

– Segurança: O aparelho pode ser bloqueado com uma senha de acesso, nesse caso basta redefinir as configurações de fábrica para desbloqueá-lo. Esse tipo de proteção não é o suficiente para proteger o aparelho. Existem aplicativos que aumentam a segurança e dificultam o desbloqueio; no Android é possível bloqueá-lo pela internet e verificar a sua localização quando ele estiver conectado na rede. Alguns modelos de aparelhos contam com proteções nativas disponibilizadas pelos fabricantes, mas existem maneiras de desbloqueá-los. Se o aparelho com Android estiver com uma versão modificada do sistema, peça ao vendedor para que ele apresente o aparelho com a versão original de fábrica. O iPhone possuí um eficiente mecanismo de proteção vinculado ao iCloud, sem ter acesso a senha cadastrada ao pacote de serviços o aparelho fica inutilizado. E semelhante ao recurso existente nos dispositivos com o Android, os proprietários do iPhone conseguem visualizar a localização do aparelho quando ele estiver conectado na internet.

 

5- Falsificados

Constantemente, aparelhos são copiados atualmente e vendidos por um preço abaixo da média, assim como sua qualidade. É possível descobrir se você tem um falso smartphone através de alguns aplicativos que dão um diagnóstico sobre o celular, que pode ser comparado com as especificações de um celular original.

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Além de tudo isso, você ainda pode estar comprando um smartphone roubado, mesmo ele estando na caixa lacrada, devido a constantes assaltos a lojas e cargas. O que, é considerado um crime. Tome cuidado quando for comprar um smartphone, seja ele novo ou usado. E nunca esqueça de observar todos os detalhes e se informar sobre tudo o que você tem direito.

Será que podemos usar o mesmo carregador para outro celular?

Por mais que a tecnologia dos smartphones avancem, oferecendo cada vez mais memória, capacidade de processamento e telas de altíssimas resoluções, aparentemente as baterias não conseguem acompanhar  a evolução no mesmo ritmo.

Quanto mais o aparelho tem recurso, mais energia ele consome, o que nos obriga a fazermos recargas com mais frequência não é mesmo?

De vez em quando andamos com o carregador do celular no bolso,no carro na bolsa,etc, já nos prevenindo para o momento que a bateria vai descarregar. Mas acontece que podemos perder o carregador original  e aí falamos: “posso usar teu carregador rapidinho?”

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Afinal de contas, se quase todos os aparelhos contam com carregadores que se conectam via microUSB, então não deve ter problema algum em usar o carregador do Moto G no Galaxy S5… Ou será que tem? Veremos!

Antigamente, antes de você ver todos os padrões microUSB, USB, miniUSB, USB Type-C, Lightning e outros que podem ainda surgir, cada fabricante de celular fazia os seus próprios conectores. Com isso, tornava-se impossível utilizar o carregador de um aparelho para fazer a recarga da bateria de outro produzido por outras empresas.

E isso tinha um lado ruim? Talvez tivesse! Tinha um lado bom? Certamente!

Cada fabricante utilizava diferentes equipamentos na montagem dos seus celulares. Baterias e circuitos eram preparados para suportar tensão e corrente com um limite máximo e cada aparelho trazia suas próprias especificações nesse caso. Com isso, usar um carregador inapropriado poderia causar problemas bem sérios aos circuitos de um aparelho com suporte menor às correntes.

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A maior parte dos carregadores que utilizam conectores USB traz a tensão de 5 volts para os aparelhos. Porém, é preciso dizer que cada fabricante usa diferentes capacidades de corrente nesses acessórios, e as diferenças não são pequenas, por isso é importante ficar muito atento. De acordo com o Make Use Of, estas são as correntes de três das maiores fabricantes da atualidade:

  • Samsung: 0,7 amperes (5V)
  • Motorola: 0,850 amperes (5,1V)
  • ASUS: 2 amperes (5V)

Há diferenças bem interessantes nos aparelhos e isso pode variar ainda mais se aumentarmos a gama de análise. Mas o que isso significa efetivamente? Será que isso quer dizer que os aparelhos podem explodir a qualquer momento se usarmos o carregador errado?

Bem, na verdade, não. Apesar de isso ser um grande perigo quando estamos falando de tensão, no caso da corrente as coisas são menos perigosas. Existe uma diferença básica entre tensão e corrente — pois enquanto a primeira é sempre constante (sempre 5 volts, por exemplo), a segunda é variável (um aparelho com 2 amperes pode trabalhar com menos que isso, sem problemas).

 

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A melhor forma de evitar problemas, é observar com bastante atenção os dois carregadores, e se certificar de que a corrente que o celular precisa é compatível com aquela fornecida pela nova fonte.Se o carregador é totalmente compatível com o seu aparelho, pode usá-lo sem medo. Mas lembre-se, a melhor alternativa é usar sempre produtos originais.

Saiba porque as baterias do Galaxy note 7 explodem: Samsung responde

Como você sabe, o Galaxy Note 7 tem apresentado vários problemas com baterias que explodem. Você faz ideia do porquê isso vem acontecendo? Várias perguntas vêm sendo feitas com este tema, e a Samsung do Reino Unido respondeu com um comunicado:

“Baseado na nossa investigação, descobrimos que era um problema com a célula da bateria. Um superaquecimento da célula acontecia quando o anodo entrava em contato com o cátodo, o que é um erro muito raro no processo de produção”, diz a resposta.

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Por mais que os smartphones tenham evoluído bastante nos últimos anos, os módulos de bateria não conseguiram acompanhar todo esse avanço, ainda dependendo de componentes químicos altamente inflamáveis como, por exemplo, o lítio, que também possui um elevado potencial eletroquímico.

Quando uma bateria defeituosa superaquece, suas células se quebram, dando início a uma reação em cadeia, algo chamado de “fuga térmica”, uma das principais razões pelo qual ela explode. O problema pode ser engatilhado por um simples curto-circuito ou, como nesse caso, um defeito de fabricação.

A situação que envolve o tablet é tão séria, que até mesmo o órgão responsável pela regulamentação de voos e segurança dos passageiros nos EUA está cogitando banir o Galaxy Note 7 de embarcar nas aeronaves.

Mas eles afirmam que nunca houve relatos de ninguém que tenha se machucado em nenhuma parte do mundo e que quando acontece, é um caso isolado, apenas na bateria e não no aparelho.

LG Lança novo smartphone V20 com tela 5,7 e Android 7.0

Após inúmeras especulações, a LG apresenta seu poderoso smartphone. Ele é o primeiro smartphone com tela IPS de 5.7 polegadas e resolução 2560 x 1400 pixels e também com Android 7.0 nougat. É uma grande novidade no mercado.

O V20 traz um processador Snapdragon 820, 4GB de RAM e 64GB de espaço para armazenamento (expansível para 2TB via microSD), além de contar com uma bateria removível de 3.200 mAh e suporte para o recurso QuickCharge 3.0 de recarga rápida.

Assim como o V10, o novo V20 traz uma segunda tela sempre ligada que fica logo abaixo do display principal, mostrando notificações, atalhos e outros elementos quando o seu aparelho está em modo stand-by, por exemplo.

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Esse novo smartphone ainda conta com uma câmera traseira de 16MP e abertura f/1.8 e uma frontal de 8MP e abertura f/2.4. Para quem quer fazer vídeos, como YouTubers de plantão, o V20 traz bons recursos, como o Steady Record 2.0, uma coleção de técnicas que suavizam o vídeo gravado com uma mão mais trêmula, e a tecnologia EIS (electronic image stabilization), da Qualcomm, que também melhora a estabilização das imagens feitas com a câmera frontal.

O V20 também se destaca na parte de áudio, sendo o primeiro smartphone a trazer um quad DAC de 32-bit, o que deve fazer com que tudo soe muito bem, e conta com suporte para diversos formatos como FLAC, DSD, AIFF e ALAC.

 

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Veja suas especificações técnicas:

  • Tela IPS de 5,7 polegadas com resolução Quad HD (2560 x 1440 pixels)
  • Tela secundária para o controle de atalhos e assinaturas (brilho de 68 nits)
  • 4 GB de RAM
  • 64 GB de memória para o armazenamento interno
  • Entrada para cartão microSD
  • Chipset Qualcomm Snapdragon 820
  • Processador de quatro núcleos Kryo rodando em até 2,2 GHz
  • Adreno 530 como placa gráfica
  • Câmera principal de 16 megapixels (estabilização óptica de imagem + autofoco automático)
  • Câmera principal de 8 megapixels (foco fixo + 135 graus de abrangência)
  • Câmera frontal de 5 megapixels (abertura de f/1.9)
  • Quatro DACs para a reprodução sonora
  • Leitor de impressões digitais embutido no painel posterior
  • Suporte às redes 4G LTE
  • Bateria de 3.200 mAh
  • Android Nougat como sistema operacional, modificado pela própria LG.

 

De acordo com a LG, o V20 está disponível em três cores, titânio, prata e rosa, e será lançado na Coreia do Sul, sua terra natal, ainda neste mês de setembro.Não sabemos quando ele estará disponível nas lojas brasileiras e também qual será o seu preço.