O que fazer? Comprei pela internet e não recebi o produto

Fazer compras pela internet virou rotina para pessoas que não têm tempo de ir às lojas físicas, e é muito tentador, porque é fácil. Bastam algum cliques no seu computador, em casa ou no trabalho, a qualquer hora do dia ou da noite, para que o comprador receba em casa o produto. A facilidade em escolher entre diversos modelos, pesquisar preços, receber o produto em casa. E não é somente aparelhos eletrônicos. Compramos roupas, acessórios, material esportivo, eletrodomésticos e até comida pela internet, mas esse novo hábito tem sido fonte para que criminosos possam tirar vantagem de pessoas. Veja algumas dicas para você que passou por problemas tentar saná-los. E se você ainda não foi vítima, peço que leia também para evitar de cair em golpes.

As lojas, por sua vez, tem que cumprir com normas que vigoram em seus estados e, principalmente, em se tratando de relação de consumo, seguir as normas do código de defesa do consumidor. As relações de compra entre pessoas e empresas (b2c) ou empresas e empresas (b2b), são regulamentadas pelo código do consumidor ou então pelo código civil. Portanto, exija seus direitos.

Comprei e não recebi meu produto, o que fazer?

Nada deve ser mais incômodo do que o prazo de um produto expirar e você ficar a ver navios. Eu pelo menos tenho aflição quando recebo o código de rastreio de um produto. Fico encarando diariamente aquela tela da empresa que faz o transporte para saber por aonde anda a minha encomenda.

Pois bem, e se o produto não chega, como proceder? Primeiro você deve entrar em contato com a empresa que fez a compra e solicitar um retorno dela. Anotar informações como o protocolo do atendimento, a data e os horários que o fez são fundamentais. Este contato é importante, afinal, mostra que você está correndo atrás de seu produto e tentando resolver o problema de forma simples e pacífica.

Caso não haja algum retorno positivo, você pode exigir que a oferta seja cumprida. Oferta = valor do produto, prazo de entrega e forma de pagamento. Ou então, cancelar o pedido, e exigir a totalidade do valor pago corrigido, caso já o tenha pago.

Prazo expirado, o que fazer?

Passado o prazo de entrega, é direito do consumidor decidir o que fazer. Se ainda quer manter o produto ou não. Não importa se a empresa alegue que não havia estoque, ou se a culpa é do fabricante. Prazo expirado, culpa do vendedor e não do comprador. O fornecedor tem a obrigação de ter controle sobre sua atividade e, por isso, só deve estipular prazos e condições de entrega que possa cumprir, sob pena de ter que indenizar o consumidor caso não o faça.

Veja 8 cursos de inglês online grátis que você deveria conhecer

Você deseja aprender a falar um segundo idioma, mas não tem dinheiro? Então confira 8 dicas de cursos de inglês online grátis, para que você possa se aperfeiçoar no idioma e aumentar o vocabulário.

Os cursos têm pontos em comuns, claro, mas também apresentam conteúdos diferentes e complementares. Se você estudar todos eles, não só vai economizar seu dinheiro, mas também irá aumentar seu conhecimento de gramática, vocabulário inglês e compreensão auditiva.

Cursos de Inglês Online Grátis 

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08 – Zap English – como os demais, esse site dá um foco em gramática. Como diferencial, ele dedica um espaço para traduzir músicas inglesas e ensina expressões idiomáticas. Há também uma seção exclusiva para pronúncia de palavras.

Confira as senhas mais usadas e menos segura da internet

Senhas são a porta de entrada para praticamente tudo que é importante tanto no mundo virtual quanto no mundo real.Você provavelmente nem se dá conta disso, mas acumula pelo menos uns dez logins diferentes espalhados pela internet. Só de e-mail e redes sociais, pode por aí uns 5, no mínimo. Adicione à lista também seus serviços de streaming, sites de compras, jogos online ou portais de notícias e verá a quantidade de dados pessoais que precisa permanecer sob sigilo, acessível só mediante senha.

A verdade é que a lei do menor esforço costuma ser soberana: em vez de procurarem uma senha classificada como “forte”, muitos apressadinhos se convencem de que a “fraca” vai bastar. É pensando em reunir os principais exemplos dessa falta de preocupação que uma empresa de segurança digital elabora anualmente uma espécie de hall da fama da falta de criatividade online.

Recolhido pela SplashData, o relatório dispõe de cerca de 5 milhões de senhas vazadas na internet, principalmente de usuários da América do Norte e países da Europa Ocidental, e atesta alguns dados bem interessantes – como, por exemplo, o fato de que 3% das pessoas ainda usarem como palavra-chave o manjado “123456”.

Estima-se que pelo menos 10% desses usuários (ou 500 mil pessoas) usem uma das senhas genéricas que aparecem no Top 25. A lista, liderada pelo “123456”, tem outras sequências numéricas óbvias bem rankeadas, como “12345678” no 3º lugar, e o “12345”, na 5ª colocação. Despontam também palavras como “password” (literalmente “senha”, em inglês), “qwerty”, sequência de letras mais famosa do teclado, “letmein” (tradução para ‘deixe-me entrar’) e “iloveyou”.

“Starwars“, estreia mais aguardada para o cinema este ano, aparece na 16ª posição. Outros highlights, como o 15º colocado “abc123” (uma referência àquela do Jackson 5 ou só preguiça mesmo? Jamais saberemos),  e “jordan23”, homenagem ao número usado por Michael Jordan, são outras amostras do quão enfadonha pode ser a tarefa de criar uma senha.

Abaixo, segue a lista das 25 mais populares. Achou a sua aí? Melhor dar uma repensada no seu processo criativo.

  1. 123456
  2. Password
  3. 12345678
  4. qwerty
  5. 12345
  6. 123456789
  7. letmein
  8. 1234567
  9. football
  10. iloveyou
  11. admin
  12. welcome
  13. monkey
  14. login
  15. abc123
  16. starwars
  17. 123123
  18. dragon
  19. passw0rd
  20. master
  21. hello
  22. freedom
  23. whatever
  24. qazwsx
  25. trustno1

Saiba quais os 10 erros que facilitam a clonagem do seu cartão na internet

Hoje em dia as notas de papel estão cada vez mais difícil da carteira do consumidor. Pela praticidade e facilidade, muitos acabam optando por andar com cartão de crédito ou débito, o chamado dinheiro de plástico. A modalidade tem seus benefícios, mas também exige cuidado e atenção das pessoas.

O risco de ter o cartão clonado na internet é maior do que em lojas físicas. Tanto que casos suspeitos atingiram em torno de 3,6% das operações de compras virtuais no ano passado, de acordo com um levantamento da ClearSale, especializada em detectar fraudes.

“A fraude exige menos tecnologia, pois não é preciso copiar o cartão físico. Basta obter as informações básicas para cloná-lo”, explica na o coordenador de inteligência estatística da empresa, Omar Jarouche.

Os cuidados para proteger-se no ambiente virtual também são diferentes das compras presenciais. Recomenda-se evitar que o vendedor leve o cartão para longe da presença do consumidor, por exemplo. Mas, pela internet, os detalhes são mais complexos e nem é preciso ter a senha do cartão para efetuar compras ilícitas.

Para o especialista em direito digital do escritório Patrícia Peck Pinheiro Advogados, Leandro Bissoli, o usuário dificilmente percebe o risco que corre no meio virtual. “Geralmente ele só vai identificar o dano quando chegar a fatura do cartão”.

Quando isso acontecer, o consumidor precisa imediatamente entrar em contato com a emissora do cartão e comunicar que não reconhece os gastos na fatura. Também é recomendável registrar um boletim de ocorrência, segundo o advogado.

“O banco é obrigado por lei a ressarcir o consumidor quando comprovada a fraude”, explica Bissoli. O maior prejudicado nestes casos, contudo, é o lojista “Se a loja permitiu a compra com um cartão roubado e entregou o produto, é ela que arcará com o prejuízo da operação”, completa.

Três especialistas consultados pelo iG apontaram as principais erros que o internauta comete, sem perceber, que aumentam potencialmente as chances de ter seu cartão clonado no ambiente virtual. Confira abaixo e previna-se:

1. Digitar a senha do cartão de crédito – Não importa se você está em um site confiável ou fazendo compras em uma loja conhecida ou recomendada por amigos. “Os sites nunca pedem a senha do cartão para efetivar uma compra”, lembra Aline Rabelo, coordenadora do Investmania. No comércio eletrônico, os sites costumam pedir o número do cartão, a data de expiração e o código de segurança. A senha só é solicitada nos caixas de lojas físicas.

2. Acessar o internet banking em outros aparelhos – Se vocês está em um computador público ou em uma lan house, o risco de tornar-se vítima de um golpe é potencializado. O mesmo vale para conexões de wifi (internet sem fio) abertas, que permitem que invvasores acompanhem toda sua navegação, alerta o advogado Bissoli. “É preciso verificar se o anti-vírus do aparelho está atualizado, assim como a segurança do sistema operacional”, recomenda.

3. Ignorar os produtos mais visados por fraudadores – Segundo Omar, da ClearSale, as compras mais atacadas por golpistas que clonam cartões são as de itens com grande liquidez. Isto é, produtos fáceis de serem revendidos. O especialista cita o exemplo de uma geladeira e um notebook, que embora tenham preços semelhantes, a preferência é pelo último, devido à facilidade de passar o produto à frente.

4. Deixar de verificar o cadeado de segurança – Ao fazer uma compra em qualquer site, o consumidor deve atentar para o pequeno cadeado que aparece no canto da tela. É ele que garante ao internauta a navegação por um ambiente seguro, de acordo com Bissoli. “O cadeado assegura que a conexão com o servidor é segura e que ninguém pode ter acesso a estas informações no seu computador”, explica o especialista em direito digital.

5. Desconhecer a credibilidade do site – Se a loja virtual for pequena ou desconhecida, o cuidado é redobrado. “É preciso verificar se a empresa possui endereço comercial, telefone e CNPJ, para ter certeza de que não se trata de um endereço fantasma”, afirma Aline, da Investmania. Outra recomendação é consultar listas do Procon e sites de reclamações e redes sociais para verificar a autenticidade do site.

6. Não informar o banco quando viajar para outro país – Uma forma de se resguardar de bloqueios devido ao uso do cartão em viagens internacionais é avisar o banco ou administradora do cartão toda vez que o consumidor sair para o exterior, recomenda Jarouche, da ClearSale. “Em alguns bancos é possível fazer isso até pelo internet banking”.

7. Esquecer de conferir a fatura do cartão – Consumidores que nunca verificam o extrato de seu cartão podem levar um susto na chegada da fatura, alerta Jarouche, da Clearssale. As operadoras dos cartões costumam disponibilizar as faturas na internet, em tempo real, e algumas avisam o cliente por SMS quando uma compra foi efetivada. “Há diversas ferramentas disponíveis que servem de alerta”, explica o advogado Bissoli.

8. Perder o registro de compra pela internet – Guardar o e-mail recebido da loja com a comprovação da compra, ou até imprimir o comprovante, são ações que contam a favor do consumidor em caso de fraude em operações virtuais, observa a coordenadora da Investmania. “É recomendável manter essas informações até o recebimento do produto”.

9. Digitar dados sigilosos do cartão por email – “Nenhum banco é autorizado a solicitar dados pessoais e intransferíveis do cliente, como senha, por email”, lembra Aline. As lojas virtuais pedem o mínimo possível de dados pessoais nas compras. São eles o número do cartão, nome do titular e código de segurança (quatro dígitos que aparecem no canto do cartão).

10. Confiar cegamente na URL que aparece no site – Uma das formas de enganar o consumidor para roubar seus dados é utilizar uma URL (endereço de um site) maquiada, como explica Bissoli. “Os fraudadoes podem utilizar técnicas para iludir o internauta, sobrepondo páginas no navegando e dando a impressão de que se está em um site de cima, quando se está no de baixo”.

 

WhatsApp libera função de apagar mensagens já enviadas

Nesta quinta -feira, 26, foram atualizados os recursos que o WhatsApp terá a função de “anular” uma mensagem. Hoje, o usuário que quiser apagar uma mensagem enviada, até consegue, porém o destinatário ainda a recebe e vê seu conteúdo. Com o novo recurso, o remetente tem até cinco minutos para decidir se quer ou não apagar a mensagem — e dessa vez a pessoa ou grupo do outro lado não a recebe.

O WhatsApp finalmente oficializou um recurso no qual a empresa tem trabalhado há vários meses: a função de apagar mensagens antes que a outra pessoa possa ler. A função começou a ser liberada nesta quinta-feira, 26, e deve estar disponível para todos os usuários em breve.

O recurso foi identificado há bastante tempo pelo site WaBetaInfo, que “hackeia” cada versão do WhatsApp atrás de recursos inativos, mas ainda não havia sido liberado ao público. Agora, uma página no FAQ do aplicativo confirma a liberação da função, ainda que gradual. Vários usuários já tiveram acesso ao recurso, mas a tendência é que ele demore a estar disponível para todos.

O nome oficial da função é “apagar para todos”, já que ela permite eliminar a mensagem não apenas do seu celular, mas também do destinatário e de um grupo. O WhatsApp dá um período de 7 minutos para o usuário se arrepender e cancelar o envio; após esse tempo, não será possível apagar a mensagem para todos.

É importante notar, porém, que o uso do recurso deixa rastros. Se você enviar uma mensagem e apagá-la para todos, os destinatários serão informados com um aviso de que “Esta mensagem foi apagada”. O alerta substituirá a mensagem original na conversa e também será exibido nas notificações do WhatsApp.

O recurso vai chegar aos poucos para usuários nas três plataformas: Windows, Android e iOS. O procedimento é o mesmo de apagar uma mensagem comum. A diferença é que agora o WhatsApp vai mostrar duas opções para o usuário confirmar: “Apagar para todos” ou “Apagar para mim”.

O WhatsApp também dá algumas orientações sobre em quais momentos o recurso não deve funcionar:

  • Para que mensagens sejam efetivamente apagadas para todos, ambos você e seu contato deverão possuir a versão mais atualizada do WhatsApp para Android, iPhone e Windows Phone.
  • Se você ou seu contato não estiverem utilizando as versões mais atualizadas do WhatsApp para Android, iPhone e Windows Phone, esta função não será suportada.
  • É possível que seu contato veja sua mensagem antes que você a apague ou se o processo não for realizado com sucesso.
  • Você não receberá um aviso caso o processo de apagar para todos não tenha sido realizado com sucesso.

Saiba onde e como denunciar Crimes Virtuais

 

Crimes virtuais são os crimes praticados por meio ou contra a Internet e a tecnologia da informação. Parte dos crimes previstos no Código Penal podem ser cometidos por meio da internet.

Quem navega pela internet pode, algum dia, encontrar uma situação e não saber como agir. Pedofilia, exploração e pornografia infantil, racismo, homofobia, intolerância religiosa, invasão de privacidade, crimes contra a honra, neonazismo, maus tratos contra animais, tráfico de pessoas. Todos são crimes dentro e fora da internet e por isso devem ser denunciados.

Ocorre que, às vezes por falta de orientação, muitas pessoas deixam de fazer denúncias da forma correta. O que mais vemos por aí são massivos compartilhamentos de imagens e dizeres que pipocam nas redes sociais como forma de protesto.

O problema é que essas campanhas, na maior parte das vezes, trazem consigo imagens nas quais se expõe a violência que se quer denunciar – o que, infelizmente, pode surtir efeito contrário, estimulando ainda mais a intolerância. O Comitê Nacional de Enfrentamento da Violência Sexual Contra Crianças e Adolescentes, por exemplo, proíbe qualquer empreitada de mobilização que utilize imagem de crianças.

Crime digital, em apertadíssimo resumo, é a atividade onde o computador é usado como ferramenta ou como meio para cometimento do crime. Segundo Guimarães e Furlaneto Neto, crime Informático é “qualquer conduta ilegal, não ética, ou não autorizada que envolva o processamento automático de dados e/ou transmissão de dados”.

O problema é que embora o termo “crime eletrônico” seja mais apropriadamente utilizados para descrever atividades criminais que façam o uso de computadores ou de uma rede de computadores, estes termos também são utilizados para descrever crimes tradicionais, tais como fraudes,roubo, chantagem, falsificação e apropriação indébita, na qual computadores ou rede de computadores são usados para facilitar as atividades ilícitas. Ou seja, esses últimos são os que citei no primeiro parágrafo.

Os crimes digitais propriamente ditos estão tipificados na Lei Carolina Dieckmann, vejamos:

1) Art. 154-A – Invasão de dispositivo informático alheio, conectado ou não à rede de computadores, mediante violação indevida de mecanismo de segurança e com o fim de obter, adulterar ou destruir dados ou informações sem autorização expressa ou tácita do titular do dispositivo ou instalar vulnerabilidades para obter vantagem ilícita. Pena – detenção, de 3 (três) meses a 1 (um) ano, e multa.
2) Art. 266 – Interrupção ou perturbação de serviço telegráfico, telefônico, informático, telemático ou de informação de utilidade pública – Pena – detenção, de um a três anos, e multa.
3) Art. 298 – Falsificação de documento particular/cartão – Pena – reclusão, de um a cinco anos, e multa.

Conforme é de fácil percepção, essa lei é muito vaga, portanto gera dupla interpretação e consequentemente injustiças – por isso mesmo ela é alvo de inúmeras críticas.

Hoje temos um PL tramitando para reforma do Código Penal que representa uma oportunidade para revisar a legislação existente sobre crimes cibernéticos criada pela Lei Carolina Dieckmann, incluindo situações criminosas que ela não aborda e corrigindo o texto referente aos poucos casos que a lei é mal e porcamente trata.

Infelizmente, esse PL também é muito fraco e alvo de dezenas de críticas. Os crimes digitais tem crescido progressivamente e, por isso mesmo, ainda falta muito para que a gente obtenha um tratamento efetivo no combate e prevenção.

Portanto, é importante que a gente denuncie, pois com o crescimento das denuncias e consequente apuração das ocorrências, a gente acaba obrigando o Estado a tomar outras atitudes. Pelo menos a intenção (fora a solução do crime, por óbvio) é essa.

Polícia Federal

Pensando em facilitar nossa vida, a Polícia Federal mantêm um domínio onde é possível a denúncia anônima de crimes cibernéticos.

Basta clicar aqui e seguir as instruções para que a denúncia seja feita.

É rápido e simples.

SaferNet Brasil

A ONG SaferNet Brasil, que possui um acordo de cooperação com o Ministério Público Federal, além do apoio de entidades como o Comitê Gestor da Internet no Brasil e a Justiça Federal, elaborou um site que presta esse serviço.

Cuida-se do Helpline Brasil

Essa entidade dispõe também de um serviço gratuito e online para orientar crianças e adolescentes que se encontrem em situação de risco na web, o Cuida-se do HelpLine Brasil.

O objetivo das denúncias é centralizar e canalizar as informações para o setor apropriado. Depois de feita a perícia, os laudos serão encaminhados às delegacias competentes.

Pra quem não sabe, no Brasil existem Delegacias Especializadas em Crimes Cibernéticos de alguns Estados brasileiros. Portanto, se você foi vítima dos chamados crimes virtuais ou conhece alguém nessa situação, não pense duas vezes e denuncie!

1. Rio de Janeiro – Polícia Civil – Delegacia de Repressão aos Crimes de Informática (DRCI)

Endereço: Rua Professor Clementino Fraga nº 77 – Cidade Nova (prédio da 6ª DP), Rio de Janeiro, RJ

Telefone: 0xx21 – 3399-3203/3200

E-mails: drci@policiacivil.rj.gov.br / drci@pcerj.rj.gov.br

2. São Paulo -Polícia Civil – 4ª. Delegacia de Delitos Cometidos por meios Eletrônicos – DIG/DEIC

Endereço: Avenida Zack Narchi,152 – Carandiru, São Paulo-SP OBS: perto da antiga detenção do Carandiru, próximo ao Center Norte, estação do metrô do carandiru

Telefone: 0xx11 – 6221-7030 / 6221-7011 – ramal 208

E-mail: 4dp.dig.deic@policiacivil.sp.gov.br

3. Paraná – Polícia Civil – Núcleo de Combate aos Cibercrimes (Nuciber)

Endereço: Rua José Loureiro, 376 – 1º. Andar – sala 1 – Centro – Curitiba-PR

Telefone: (0xx41) 3883-8100

E-mail: cibercrimes@pc.pr.gov.br

4. Minas Gerais -Polícia Civil – Delegacia Especializada de Repressão a Crimes contra a Informática e Fraudes Eletrônicas – DERCIFE 

Endereço: Av. Antônio Carlos, 901 – Lagoinha – Belo Horizonte – MG

Telefone: 0xx31 – 3429-6024

Horário de Atendimento: 08:30 às 18:30 horas

E-mail: dercifelab.di@pc.mg.gov.br

 

Você sabia que pode estar pagando caro para usar a internet ou o celular?

 

Atualmente, o Brasil conta com quatro enormes operadoras de telefonia celular— além de algumas empresas de menor abrangência que agem em regiões mais limitadas do território.

Você provavelmente já recebeu, nos últimos anos, uma oferta da sua operadora de telefonia para migrar para um plano pós pago de celular ou plano de internet superior pagando nada ou quase nada a mais por isso. Mas saiba também que você pode pagar menos por um plano que seja melhor e suficiente para atender às suas necessidades.

É o que aponta simulações feitas pelo site comparador de planos de telefonia e internet, o Melhor Escolha. A pesquisa comparou preços de planos em julho de 2014 e julho deste ano.

A pesquisa comparou preços de planos em julho de 2014 e julho deste ano. O quanto o consumidor pode estar pagando a mais depende muito de qual plano contratou e quando contratou. “Varia muito”, diz Jonas Justo, CEO do Melhor Escolha.

Por exemplo, quem contratou um plano de internet com 30 mega de velocidade da operadora NET em julho de 2014, que tenha sofrido reajustes em linha com o IGP-M, pode ter o dobro de velocidade na Claro com 7,36% de desconto.

Veja abaixo as simulações feitas pelo site Melhor Escolha para planos de internet, telefonia e telefone fixo:

Internet

Quem contratou um plano de internet com 30 Mega de velocidade da operadora NET em julho de 2014, se tiver tido reajustes em linha com o IGPM, deve pagar hoje em média 151 reais por mês. Mas, se comparar os preços dos planos atuais, vai descobrir que pode ter um velocidade maior gastando menos:

Operadora Plano Preço Plano Preço
Net 60 mega R$ 139,90
Vivo 50 Mega R$ 134,99
Tim Live 35 Mega R$ 89,90

Celular pós pago

Quem contratou o plano da Claro com 2GB de franquia de internet + 60 minutos em julho de 2014 e teve, desde então, reajustes em linha com o IGP-M, deve pagar hoje em média 162 reais por mês pelo serviço. Mas se comparar com outros planos, verá que pode ter uma franquia de dados maior com minutos ilimitados pagando menos.

Operadora Plano Preço Plano Preço
Claro 5GB + minutos ilimitados R$ 109.98
Nextel 5GB + minutos ilimitados R$ 99.99
Tim 5GB + minutos ilimitados R$ 134.90
Vivo 7GB (4GB +3GB de bônus por 12 meses, com portabilidade) + 150 minutos locais R$ 139.90

Telefone fixo

Quem contratou de telefone fixo da Vivo Meus Minutos 100 (100 minutos local – fixo pra fixo) em julho de 2014 e o serviço teve reajustes em linha com o IGP-M, deve pagar hoje, em média, 36 reais mensais. Comparando com os planos atuais, é possível economizar e ainda ter minutos ilimitados.

Operadora Plano Preço Plano Preço
Net Minutos limitados local (fixo pra fixo) R$ 20.00
Claro Minutos limitados local (fixo pra fixo) R$ 24.90
Vivo Minutos limitados local (fixo pra fixo) R$ 49.99

Para fazer a comparação entre os planos adquiridos em 2014 e os vendidos em julho deste ano, a pesquisa considerou um reajuste de 16,7% dos preços dos planos antigos, seguindo a variação do IGP-M no período. O índice de inflação é utilizado na maioria dos contratos dos planos de telefonia.

Tecnologia mais avançada

O barateamento dos planos de telefonia e internet nos últimos anos acontece por conta de uma evolução da tecnologia, conta Justo. “A fibra ótica permite que as operadoras ofereçam mais internet com o mesmo custo de infraestrutura, o que permitiu repassar o custo mais baixo ao consumidor, reduzindo a franquia do plano”.

Além disso, conta Justo, novos hábitos dos consumidores, como utilização de aplicativos de mensagens, fizeram com que novos planos passassem a priorizar mais o serviço de internet do que os minutos gastos com ligações. “As operadoras tiveram de se adaptar à essa nova realidade”.

Saiba Como Tirar Print de uma Página Inteira

 

Quando queremos salvar informações ou anexá-los a documentos, fazemos uma captura de tela certo? Porém, a captura de tela através do CRTL + PRTSCN salva apenas uma parte da tela. Veja como tirar print de uma página inteira de internet:

Imprimir
Uma das opções é através da impressão da página. Tanto no Windows 10, quanto no MacOS, além de vários navegadores, permitem imprimir páginas inteiras em formato PDF. Basta selecionar a página da web que deseja salvar, selecionar “Imprimir” e escolha entre as opções “Microsoft Print to PDF”, “Microsoft XPS Document Writer”, “PDF”, Salvar como PDF” ou “Salvar no Google Drive”. No entanto, através desse método, a página pode ficar um pouco diferente de como é vista na web.

Programa
Você também pode baixar um programa em seu computador, como o FastStone Capture, Screenpresso ou Snaglt, que é capaz de capturar tanto a página inteira, quanto apenas uma parte dela.

Extensão
Outra opção é baixar uma extensão para navegador. O Nimbus Screenshot, por exemplo, está disponível para Chrome e Firefox; ele tira o print, alinha a imagem e permite salvar como imagem no computador.

Web
A última opção, ideal para quer precisa tirar o print de uma única página de forma rápida, é usar um site, como o CrtlQ.org ou Web-Capture.net. Basta colocar a URL da página que deseja copiar e clicar em “Caputer Screenshot”.

Como ser um ótimo vendedor online

Para ser um bom vendedor em lojas físicas, algumas qualidades não faltam na lista de pré-requisitos, como simpatia, atenção e educação. Mas e quando as vendas são online? Como transmitir os mesmos predicativos, que costumam caracterizar os melhores vendedores?

Muitas pessoas conseguem tanto sucesso que acabam vivendo exclusivamente disso. Acompanhe e saiba mais informações sobre o assunto!

Em uma loja virtual com uma equipe maior, onde se tem o gerente e demais profissionais, como o contador, o programador, etc, o vendedor é aquele que está em contato mais diretamente com os usuários que acessam a loja virtual. Nesse caso, pode ser a pessoa responsável pelo chat online, quando ele existe para esclarecer dúvidas sobre a venda.

O gerente de um aloja virtual também é considerado o vendedor ou mesmo o coordenador de vendas, quando comanda uma equipe que lida mais diretamente com os clientes, seja adicionando produtos no e-commerce, respondendo pelo atendimento ao cliente, fazendo levantamentos sobre as vendas, comprando os produtos para revender, etc.

Nesse caso, é possível que um maior número de pessoas deva trabalhar em conjunto para que seja criado um tipo de vendedor virtual, como se cada profissional fosse uma parte desse personagem. O responsável pela equipe deve ter consciência disso e transmitir a sua equipe a importância de trabalhar de forma conjunta, inclusive, trocando informações.

Um passo fundamental é que o vendedor virtual precisa “escutar” os seus clientes, seja através de e-mail, telefone e principalmente pelas mídias sociais. É a partir disso que será possível detectar quais são as principais características dos clientes e as suas necessidades.

Net Control 2: Administração de Rede

Net Control 2 é uma ferramenta para administradores de redes em escolas, escritórios, em casa ou em outras redes locais. O objetivo dele é executar várias operações em vários computadores ao mesmo tempo.

Com funções de área de trabalho remota, gerenciamento de programas, gerenciamento de arquivos, gerenciamento de desligamento (status on-line/offline dentro da rede), gerenciamento de recursos online ou para download da Internet, gerenciamento e restrição de recursos online ou para download de sistema e bate-papo e mensagens. Pode bloquear estações com único clique.

  • Hospedagem:
  • Tamanho do livro, eBook, vídeo aula ou arquivo para baixar: 3,1 MB