Veja 10 dicas de empreendedores para ter um negócio com pouco dinheiro

Ter uma ideia de negócio, mas não ter dinheiro suficiente para abrir a própria empresa é o drama de muitas pessoas que desejam empreende. Muitas pessoas que sonham ter seu próprio negócio alegam a falta de dinheiro como o principal obstáculo para realmente fazer acontecer. Mas, na verdade, não é preciso ter grande capital para criar um empreendimento de sucesso: com estratégia, é possível fazer pouco rendimentos virar muito. Confira as dicas.

1 – Comece o negócio em um ramo que você já conhece

“O primeiro passo é fazer uma autoanálise de quais são suas principais habilidades”, defende o empreendedor. “Empreender é otimizar custos o tempo todo. Então, quando se tem pouco capital para investir, é fundamental tirar proveito de toda sua experiência já adquirida no mercado para ganhar terreno e implementar ações que visam retorno logo no início das operações.”

2 – Está com medo de tudo dar errado? Dê pequenos passos

“É preciso pensar grande, mas executar com os pés no chão”, diz Andrade. “Foi assim que comecei: planejando as ações de curto prazo da Vesteer para que os objetivos fossem alcançados mais rapidamente. Com isso, fui ganhando confiança para arriscar mais.”

3 – Busque o suporte de amigos e familiares

“Os primeiros passos são os mais difíceis em qualquer situação. Empreender não é diferente”, afirma. “Ter pessoas que apostam em você poderá contribuir para avanços importantes nessa etapa embrionária do negócio. Por exemplo, amigos e familiares dispostos a aportar pequenas quantias.”

4 – Foque em um nicho

A dica é identificar um setor em que você possa realmente fazer a diferença”, afirmam os empreendedores. “Foque em um nicho específico. No nosso caso, a ideia foi trabalhar com um público-alvo de pequenas e médias empresas, no qual percebemos uma lacuna de mercado.”

5 – Entenda bem a demanda para não perder dinheiro

Acredito que antes de oferecer um produto, o fundamental é entender e atender a demanda do mercado”, afirma Henrique. Segundo o empreendedor, é preciso achar os primeiros interessados em adquirir o serviço: assim, o negócio possui mais chances de dar um “tiro certeiro”, sem perdas de capital na validação.

6 – Antes mesmo de abrir a empresa, tente vender

“Assim, você vai aprender muito mais rápido sobre seu cliente, o que faz sua ideia evoluir mais rápido e diminui o ‘time to market’ – o que, de quebra, também reduz o valor necessário para o investimento.”

7 – Faça um mínimo produto viável (MVP)

“Quando se trabalha com poucos recursos em tempo, dinheiro e pessoas, o importante é construir o produto à medida que as demandas vão surgindo. Construir um MVP é montar um produto mínimo para a resolução do problema do seu público e esse é o melhor método para aprendizado: se o público não se interessar, é mais fácil reformular o produto ou a estratégia do que quando já se gastou muitos recursos com um produto não testado.”

8 – Divulgue sua ideia para todo mundo – sem medo de plágio

“Essa divulgação será muito útil no dia em que você lançar seu negócio. No meu caso, essa estratégia ajudou para que o primeiro investidor chegasse até mim e me contatasse pelo LinkedIn. Logo depois, recebemos o primeiro investimento e fizemos o negócio crescer.”

9 – Transforme seus colegas em primeiros clientes

“Apresente e ofereça seu produto ou serviço às pessoas próximas de você, para que possam conhecer e iniciar uma divulgação espontânea em seus círculos sociais”, recomendam as empreendedoras. “Acreditamos muito na mídia espontânea e, mesmo sendo a menos custosa, é a que traz um retorno mais efetivo.”

10 – Só gaste quando realmente precisar

Ele recomenda que empreendedores façam uso de tudo que existe gratuitamente. “Espaço da universidade, internet do café, softwares, ‘trial’ de 30 dias de serviços de que você precise. A ideia aqui é não gastar nem um real que não seja absolutamente necessário.”

VW SpaceFox perde versões e fica quase R$ 10 mil mais barata

As mudanças acontecem de forma cada vez mais rápida dentro da Volkswagen. A chegada do novo VW Polo 2018 já mexe com a atual família Fox no Brasil. No configurador da marca, a perua SpaceFox revela uma drástica redução de versões, sendo oferecida apenas na Trendline manual ou I-Motion – as versões Comfortline e Highline, além do modelo aventureiro Space Cross, foram descontinuadas.

Junto com a diminuição no número de versões, a SpaceFox também ficou consideravelmente mais barata. A versão Trendline passou de R$ 68.500 para R$ 58.990, representando uma redução de R$ 9.510 no preço final. Com câmbio automatizado I-Motion, a SpaceFox Trendline foi de R$ 71.900 para R$ 62.366, ficando R$ 9.534 mais barata.

Houve também redução na gama de cores. A SpaceFox é oferecida em apenas três tons: as sólidas Branco Cristal e Preto Ninja, além da metálica Prata Sírius. Como único opcional, a versão Trendline conta com Módulo Interativo II que agrega computador de bordo, volante com comandos, central multimídia Compostion Touch e rodas de liga leve Turim de 15 polegadas.

A Volkswagen declarou que: “está colocando em prática a estratégia de simplificar a complexidade da oferta de versões de seus produtos, aumentando a competitividade dos modelos da marca. Especificamente sobre o SpaceFox, a marca priorizou a configuração mais desejada pelo consumidor, aumentando o conteúdo de série e reposicionando o modelo na tabela de preço. Essas medidas reforçaram ainda mais a relação custo-benefício do SpaceFox Trendline.”

Cursos em DVD: Como cativar o Cliente através de um fantástico atendimento

Conteúdo do DVD:

-Como Aumentar a Lucratividade Transformando seus Clientes em Vendedores.
-O que os seus Clientes Esperam de Você?
-Como Gerenciar situações difíceis fazendo do seu Cliente um Aliado. E muito mais.

Continue lendo “Cursos em DVD: Como cativar o Cliente através de um fantástico atendimento”

HP planeja investimentos de US$1 bi

A Hewlett-Packard planeja investir 1 bilhão de dólares para reforçar seus serviços de negócios corporativos e reduzirá sua força de trabalho em 1 por cento, ou 3 mil postos, em três anos.

A HP, maior empresa de tecnologia do mundo em vendas, afirmou nesta terça-feira que irá registrar um encargo de 1 bilhão de dólares ao longo do ano fiscal de 2013. Metade do encargo ocorrerá no terceiro trimestre.

Em uma base líquida, a empresa disse que irá economizar entre 500 milhões e 700 milhões de dólares anualmente até o fim do ano fiscal de 2013.

A empresa planeja cortar 9 mil empregos, mas irá substituir cerca de 6 mil dessas posições, acrescentando que as mudanças no quadro de funcionários será feita ao longo do tempo e varia de acordo com o país.

IBM compra empresa de software da AT&T por U$1.4 bi

A IBM anunciou nesta segunda-feira a aquisição da empresa de serviços de integração de software Sterling Commerce, da AT&T, por cerca de 1,4 bilhão de dólares em dinheiro.

A AT&T disse que espera registrar um ganho de aproximadamente 750 milhões de dólares no trimestre em que a transação for concluída.

As companhias informaram que mais de 18 mil clientes em todo o mundo utilizam sistemas e serviços da Sterling Commerce, que viabilizam mais de 1 bilhão de transações comerciais por ano.

Após a conclusão da operação, que deve acontecer no segundo semestre deste ano, os cerca de 2.500 funcionários da Sterling Commerce serão integrados à WebSphere, organização pertencente à divisão de software da IBM.

Reuters

Internet é meio de propaganda para 60% das pequenas empresas

Cerca de 60% das pequenas e médias empresas latino-americanas que administram um site próprio se servem das possibilidades oferecidas pela internet para fazer propaganda de seu trabalho empresarial, segundo revelou um relatório encomendado pelo Google e apresentado neste sábado (22) em Bogotá.

Das 3.600 pequenas e médias empresas de países como Brasil, Argentina, Chile, Colômbia e México (que foram entrevistadas pela empresa de consultoria Pyramid Research para o Google), 86% contam com um site, o que permitiu identificar o grau de vinculação destas empresas com a internet.
As pequenas e médias empresas da região sem site, que correspondem a 14% das consultadas, confirmaram que utilizam alguma forma a publicidade on-line ou que têm a intenção de fazê-lo nos próximos meses.
Dentre os tipos de publicidade às quais pequenas e médias empresas recorrem estão os anúncios contextuais e em buscadores (como Google ou AdWords); os gráficos (como banners); e anúncios multimídia.

Por outro lado, o “Estudo de tendências de uso de internet nas pequenas e médias empresas da América Latina” ressaltou que apenas 18% dos sites de pequenas e médias empresas permite, atualmente, as transações on-line.

Os dados sobre publicidade e comércio eletrônico refletem, segundo este reporte, que aumentou o interesse das pequenas e médias empresas latino-americanas em incorporar as ferramentas de internet entre suas estratégias, mas que “muitas estão ainda começando”.

“Observamos um tremendo potencial para a adoção de ferramentas on-line entre as pequenas e médias empresas da região”, considerou o diretor de vendas on-line do Google América Latina, John Ploumitsakos. “Cerca de 31% da população da América Latina e do Caribe utiliza internet.”

Para o executivo, “o consumidor está pedindo novas funcionalidades e maiores opções no comércio eletrônico, logo, os comerciantes tradicionais devem seguir a tendência traçada pelo usuário para não ficar fora do jogo”.

As pequenas e médias empresas latino-americanas representam 95% do total de empresas da região e se levantaram como os motores e grandes geradores de emprego da economia regional, segundo reconheceu o presidente do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), Luis Alberto Moreno, o março passado.

O Brasil lidera com 29% a lista de países de maior adoção de comércio eletrônico em sites da internet, seguido pela Colômbia, onde 23% de pequenas e médias empresas implementaram ferramentas para desenvolver o comércio eletrônico.

Chile, México e Argentina os seguem com menores níveis de envolvimento.

O estudo da Pyramid Research mostrou que não só o nível de aproveitamento tecnológico poderia ser melhorado, mas também concluiu que, “em termos gerais, a sofisticação tecnológica na América Latina continua sendo baixa”.

“As pequenas e médias empresas precisam otimizar seus sites na internet, habilitar funcionalidades que permitam uma maior interatividade, assim como utilizar as diferentes ferramentas disponíveis para fazer propaganda on-line”, destacou Ploumitsakos.

Como Ganhar Dinheiro com Computador

Você nem imagina quanto pode ganhar com seu computador pessoal!
Com este eBook você terá sugestões de atividades que podem ser executadas em sua localidade. Utilize o seu tempo livre, seu micro e os seus conhecimentos de informática.
Faça do seu computador, um instrumento para ganhar dinheiro! São mais de 81 tipos de atividades, sendo que a maioria delas pode ser desenvolvida apenas com o uso de um micro, outras necessitam de conhecimentos técnicos, softwares e periféricos específicos.

São atividades que visam o aproveitamento total de seu micro e equipamentos como meio de possibilitar um aumento considerável em sua renda mensal trabalhando no seu tempo livre.

CEF atrasa pagamento a construtores do Minha Casa Minha Vida

Crise, preparem-se 2015 deve piorar!

Acendeu a luz laranja  nas empreiteiras que constroem para o Minha Casa Minha Vida. Não por causa do atraso de alguns dias nos pagamentos devidos pelo governo. Mas por sinais emitidos pela Caixa Econômica Federal de que os pagamentos de dezembro vão atrasar muito mais.

Mercado Imobiliário e o jogo das sete mentiras

  • 1. Corretores de imóveis mentem porque eles não ganham nada se não vendem. Os corretores apenas são pagos se seus clientes comprarem, não importando quão mal o negócio é, o que é exatamente o oposto ao interesse do comprador. Eles ganham bilhões cada ano em comissões dos compradores.

vendaimovelTambém dizem que é o vendedor que paga sua comissão, mas não mencionam que o vendedor recebe o dinheiro do comprador. Pense nisso: quem põe o dinheiro na mesa: o comprador ou o vendedor? Sem comprador, sem dinheiro.

O mercado imobiliário gira em torno de manter o comprador afastado da informação. Não existe livre mercado, pois os preços pagos nas propriedades nunca são publicados e é impossível saber diferenciar o valor ofertado do valor final contratado, assim você acha que tem que pagar mais caro. Deveria haver uma lei que obrigasse todas as ofertas serem públicas e validadas por um banco, mas as construtoras têm um dos maiores lobbys do congresso, então não espere por mudanças em curto prazo.

Quando o corretor disser que tem muitas ofertas, diga a ele que você também fez ofertas em vários imóveis. O medo da perda funciona em ambos os lados.
Nunca confie na palavra do corretor. Eles estão sempre repetindo aquele discurso de que “tem outra oferta, faça uma maior” ou “compre logo, se não vamos vender”. Você está procurando um bom negócio, e não é de seu interesse entrar numa guerra de quem dá o maior lance. Lembre-se que tem outros imóveis no mesmo bairro a venda.

Se uma casa ou apartamento é realmente um bom negócio, as imobiliárias tem uma enorme motivação financeira para comprá-la e revendê-la mais caro. Uma prova disso é que ao anunciar um imóvel em algum site ou jornal, a primeira ligação muito comumente é de um corretor. Isso significa que a melhor chance de se conseguir um bom negócio é comprar direto do proprietário, através de indicação de amigos, classificados, sites como trovit, bomnegocio e olx, bem como evitando pagar a comissão. Lembre-se de fugir dos anúncios “profissionais”.
Por que você deveria entregar dois anos de trabalho da sua vida para pagar um corretor que não está sequer te ajudando? Aqueles 6% de comissão significam 5% dos 30 anos de trabalho que leva para pagar uma casa. Isso é quase dois anos doando seu trabalho para um corretor! Procure a casa você mesmo, de preferência a venda direto com o proprietário e contrate um advogado imobiliário para cuidar da documentação e fechar a compra.

Existem corretores que realmente acreditam que estão ajudando o comprador, mas eles estão em negação quanto ao conflito de interesses. O autor Upton Sinclair tem uma boa explicação para isso: “É difícil fazer um homem compreender algo quando o seu salário depende de sua não compreensão.”

  • 2. Bancos mentem por que eles estabelecem metas para seus funcionários venderem financiamentos (empréstimo). Eles querem que os compradores façam o maior financiamento possível para o cumprimento de metas e o recebimento de bônus. Até pior – quanto pior para você o negócio (maior juros e taxas), mais dinheiro eles recebem.

Pior ainda, os bancos conseguem facilmente transformar o débito de baixa qualidade dos compradores em débito de alta qualidade do Governo. Quantas vezes a Caixa Econômica Federal quebrou e foi socorrida pelo Tesouro Nacional? Com a nova portabilidade dos financiamentos imobiliários, os mutuários certamente migrarão para a CEF, que oferece os menores juros, e o Tesouro também irá absorver as dívidas de financiamento dos bancos privados.

3. O programa governamental Minha Casa Minha Vida é uma mentira a parte, pois a própria existência do programa consiste em garantir financiamentos privados com dinheiro público a pessoas que não têm condições de saldar a dívida. Essa é a maior armadilha de todas. A maioria das pessoas vai pegar emprestado o maior valor que puderem para financiar a casa. E o risco é todo dos pagadores de impostos, beneficiando bancos com o recebimento de juros e prejudicando os futuros proprietários com o aumento do preço da moradia. Ironicamente o programa subiu o preço dos imóveis os adjetivando de “acessíveis”. O público jamais compreenderia isso. É o crime perfeito. Foi exatamente o que aconteceu nos EUA com as agências governamentais Fannie e Freddie, que quebraram levando o País a uma profunda crise econômica.

  • 4. Avaliadores mentem porque eles são pagos pelos bancos financiadores, então eles vão dar a eles os valores que eles querem ver, não o real. Avaliadores que matam um negócio por contar a verdade não são chamados para fazer novas avaliações.
  • 5. Os jornais mentem porque eles ganham dinheiro de publicidade de construtoras, imobiliárias e bancos. Jornais são pressionados pelo dinheiro para publicar as previsões surreais da indústria imobiliária. Pior, corretores tem um monopólio de informações entre as diferenças entre as ofertas e os valores pagos, e os repórteres nunca perguntam algo como “como nós sabemos que vocês não estão mentindo sobre esses preços?” O resultado é uma onda sem fim de histórias sobre como o mercado imobiliário está aquecido e como o momento é bom para comprar. Perguntar aos corretores sobre o mercado imobiliário é como entrar numa loja de carros usados e perguntar ao vendedor se é um bom dia para comprar um carro.
  • 6. O governo federal mente, porque todo mundo no Congresso recebe “doações de campanha” das construtor e dos bancos. Então toda lei federal será focada em aumentar comissões para os corretores e aumentar o pagamento de juros para os bancos.
  • 7. Proprietários mentem, pois eles não querem acreditar que vão perder uma enorme quantidade de dinheiro. Qualquer proprietário que comprou caro e fez dívida provavelmente irá lhe influenciar a comprar também, para aumentar o valor de seus imóveis por tabela, e também se sentir que eles não estão sós em seu navio naufragando.

TelexFree últimas notícias: empresa tem bens congelados, acusação de fraude nos EUA

A coisa não anda nada boa para TelexFree americana, governo americano congela bens alegando fraude no sistema financeiro.

Milhões de dólares em ativos da TelexFREE foram congelados nos Estados Unidos, após acusação de fraude, segundo informações da mídia americana.

Nesta semana, a SEC, comissão de valores mobiliários do país, entrou com uma ação contra a empresa, na Justiça do Estado de Massachusetts.

Segundo os órgãos reguladores americanos, a empresa já teria arrecadado mais de um US$ 1 bilhão nos EUA, com o suposto “esquema ilegal de pirâmide” financeira.

Muitas das supostas vítimas são imigrantes do Brasil e da República Dominicana, de acordo com o Wall Street Journal.

Na esteira das acusações, a SEC congelou os bens dos coproprietários James Merrill e Carlos Wanzeler, além de seis de seus colaboradores.

Na terça-feira, agentes do FBI e do Departamento de Segurança Interna invadiram os escritórios da Telexfree em Marlborough, de onde o diretor financeiro da empresa, Joseph Artesanato, teria tentado sair com US $ 38 milhões em cheques bancários em um saco, conforme o Boston Globe.

Somente em Massachusetts, o secretário de Estado William F. Galvin disse que as supostas vítimas da TelexFREE haviam perdido US$ 90 milhões.

Em todo os EUA, a empresa levantou US$ 300 milhões de dólares de residentes em 21 estados, de acordo com o SEC.

Segundo a Reuters, participantes do esquema têm que pagar à TelexFREE US$ 289 dólares por um kit de publicidade ou US$ 1.375 por cinco kits.

Em troca pela publicação de anúncios publicitários pré-escritos em determinados sites, a companhia prometia retornos anuais de até 250 por cento.

O congelamento dos bens da empresa ocorreu poucos dias depois da TelexFREE entrar com pedido de concordata no estado de Nevada, na segunda-feira.

No Brasil, as operações da empresa foram suspensas e seus bens bloqueados em 2013, a pedido do Ministério Público do Acre.

Via Exame.com