Veja os melhores apps para Android e iPhone testados em janeiro

Sem sombra de dúvida, o destaque do mês passado foi o WhatsApp Business. Com foco em pequenos negócios, o app chega para substituir o e-mail no contato entre consumidores e marcas.

Além dele, outros nove apps marcam presença aqui em nossa lista mensal de melhores aplicativos. Veja todos a seguir.

WhatsApp Business

Grátis, em português, para Android

O WhatsApp Business é a versão do WhatsApp para pequenas empresas. A ideia é que negócios façam perfil para contato com seus clientes. Em última instância, ele busca substituir o e-mail como forma de comunicação para dúvidas, problemas ou qualquer outra finalidade entre empresa e cliente. Por ora, o app está disponível somente para Android. Uma versão para iPhone deve chegar futuramente.

YouTube Go

Grátis, em português, para Android

O YouTube Go é um aplicativo alternativo ao YouTube comum. Seu diferencial é permitir o download de vídeos dos seus canais preferidos. Exceto por músicas, todos os outros conteúdos podem ser vistos offline. Basta que você escolha o que quer assistir, fazer o download quando seu smartphone estiver conectado a uma rede Wi-Fi e baixar o vídeo. O interessante para que assiste vídeos pelo celular com a internet móvel é que uma janela com a quantidade de dados que serão consumidos em diferentes qualidades é exibida antes de a reprodução ser iniciada.

99

Grátis, em português, para Android e iPhone

O 99, você deve conhecer, é aquele aplicativo de transporte concorrente da Uber. Neste mês, a companhia anunciou e lançou a nova versão de seu aplicativo. Ele chega com recursos que podem conquistar usuários. Para os usuários, um taxímetro digital em tempo real e estimativa de preço final com desconto aplicado. Para motoristas, a melhor novidade é a possibilidade de escolher um destino perto de casa para o fim do dia, por exemplo.

Udemy

Grátis, em português, para Android, iPhone/iPad e web

O aplicativo da Udemy funciona como um complemento importante para a sua plataforma web de ensino. Diversos cursos grátis e pagos são oferecidos e você pode vê-los diretamente do smartphone. Como a grande maioria dos conteúdos é composto por videoaulas, o app permite o download dos vídeos para o seu aparelho. Ou seja, você pode estudar offline em qualquer lugar com esse aplicativo, basta ter um par de fones de ouvido à mão.

SeatGuru

Grátis, em inglês, para Android, iPhone e web

Organizando a viagem de férias e vai comprar a passagem aérea? O SeatGuru, um app da TripAdvisor, vai ajudar você a escolher o melhor lugar para sentar. O usuário pode realizar busca por modelo de aeronave ou voo. Lá, estarão dados sobre assentos mais espaçosos, por exemplo. Saídas de emergência também estão entre os dados listados pelo SeatGuru.

Edu.App

Grátis, em português, para Android

Criado pela Fundação Lemann, o Edu.App é um aplicativo grátis para smartphones com sistema Android que reúne conteúdos educacionais do YouTube Edu e oferece exercícios para praticar o que você aprendeu. Como é baseado em vídeos, é melhor que você esteja conectado a uma rede Wi-Fi ao usá-lo para não estourar seu plano de internet móvel.

FordPass

Grátis, em português, disponível no fim de março

O Ford Pass é um aplicativo primeiramente voltado para donos de carros da montadora. Ele se conecta a eles e oferece informações sobre manutenção do veículo. Outro recurso que também é útil para qualquer motorista é um banco de dados atualizado com preços de combustíveis em postos próximos.

DualSpace

Grátis, em português, para Android

Este aplicativo é voltado para quem precisa (ou quer) ter duas contas diferentes logadas em um mesmo aplicativo. Por ser o WhatsApp ou o Messenger, para citar alguns exemplos. Basicamente, ele cria uma versão secundária do app no seu aparelho e faz com que ele funcione ao mesmo tempo com a versão originalmente instalada no celular Android. O problema é que vemos muita publicidade ao usá-lo.

Aprenda como recuperar mensagens apagadas no WhatsApp

Você sem querer, já apagou mensagem recebida pelo WattsApp?  Esse aplicativo é um dos mensageiros mais populares da atualidade, e serviços dedicados à troca de conversas geralmente contam com mecanismos que permitem a exclusão de diálogos para proteção da privacidade. A verdade é que o WattsApp possui restrições quanto à sua capacidade de recuperação de mensagens.

Mas o drama de quem precisa resgatar o que foi dito e então excluído através do WattsApp está prestes a acabar. É que um gerenciador de dados promete recuperar mensagens que foram apagadas. Vale notar, porém, que a execução dos passos descritos a seguir pode não restaurar todo o seu bate-papo.

Durante nossos testes, as mensagens foram devidamente recuperadas. Assim, se você realmente precisa resgatar aquela mensagem deletada, seguir as dicas a seguir pode ser uma das suas melhores opções. Atenção: para que os textos possam ser recuperados, o  WattsApp deverá ser desinstalado. Portanto, certifique-se de fazer seus backups, e mãos à obra.

Passo 1 – Desinstale o app

Se sua mensagem foi trocada no período de até 24 horas, basta desinstalar e instalar novamente o aplicativo. Durante o processo de reinstalação, uma mensagem vai sugerir a restauração de mensagens. Basta tocar em “Recuperar” e pronto: nenhum app alternativo terá de ser instalado. Porém, se a conversa a ser resgatada aconteceu há mais tempo, um gerenciador de arquivos precisa ser baixado via Google Play, e seu WatsApp deverá ser desinstalado.

Passo 2 – Instale o Gerenciador de Arquivos

O Gerenciador de Arquivos (ou Clean File Manager ) é, justamente, um software que permite acesso às pastas de dados do sistema Android– outra opção de gerenciador de arquivos é o Web PC Suite, que precisa ser operado por meio de um computador.

Uma vez desinstalado o WhatsApp e baixado o Gerenciador de Arquivos), o local de armazenamento de dados de seu Android deverá ser acessado.

Abra o aplicativo e selecione “Memória do sistema” ou “Memória interna” – em nosso caso, a segunda opção foi marcada. Vá até a pasta “WhatsApp” e, em seguida, toque sobre “Databases” – este é o local em que as mensagens trocadas ficam armazenadas.

Passo 3 – Altere o nome dos arquivos

Os arquivos hospedados na pasta “Databases” correspondem às suas conversas. Porém, para que a restauração possa ser feita, os registros terão de ser renomeados. Acontece que cada um deles possui uma data – veja o exemplo abaixo, com as datas do mês de janeiro.

Em vermelho, os arquivos de conversas passadas; em azul, a conversa atual, que pode ser renomeada (em nosso caso, complementamos com “hoje”).

O truque está aqui: no momento em que você instalar novamente o WhatsApp, a restauração de conversas será sugerida. Acontece que apenas o arquivo do dia pode ser resgatado, e o documento sem data na pasta “Databases” é que corresponde à sua conversa atual. Para que você não perca seu backup, sugerimos a renomeação do registro – em nosso caso, renomeamos o documento para “hoje”.

Mas como recuperar as conversas de, por exemplo, nove dias atrás? Selecione o arquivo na pasta “Databases” de um dia determinado e, então, remova os números que indicam a data. Esse processo fará com que o WhatsApp identifique a conversa editada como sendo a mais recente.

Remova os números da data e faça com que o WhatsApp “pense” que a sua conversa atual é aquela que foi deletada.

Passo 4 – Reinstale o WhatsApp

Baixe novamente o WatsApp e, durante a instalação, selecione a opção “Recuperar”. O aplicativo vai resgatar sua conversa mais recente, indicada pelo arquivo editado como o descrito pelo passo anterior.

Seus diálogos atuais podem ser consultados também através do app Gerenciador de Arquivos – em nosso exemplo, a palavra “hoje” foi inserida junto do nome do arquivo correspondente às mensagens do dia (ver passo anterior).

Veja os 20 melhores jogos indie para Android, segundo a Google

Se você está procurando os melhores jogos novos , é só procurar no Google, como de costume, divulgou a lista dos 20 melhores games indie disponíveis para smartphones com Android na Google Play Store. O concurso, anunciado no começo do ano, serve para dar espaço para desenvolvedores independentes divulgarem seu trabalho de maneira mais ampla.

Os prêmios para os 20 melhores jogos não são nada ruins: divulgação do game em um outdoor em Londres durante um mês, dois ingressos para um evento exclusivo apenas para os principais desenvolvedores da Google Play e um smartphone Google Pixel 2. Os 10 melhores recebem divulgação do app em canais de marketing do Android Developer, Play Developer e Google Play direto para o consumidor, além de um Daydream View.

Ouro, prata e bronze

Já os três primeiros colocados vão ter seus jogos exibidos na coleção Indie Games Contest, no Indie Corner, por um mês, vouchers de 25 mil euros (quase R$ 100 mil) da Chartboost, e 50 mil euros (R$ 200 mil) da Bidalgo, para serem usados em campanhas de marketing em mídias sociais, além de duas seções de uma hora de consulta com membros da equipe da Google Play e um Google Home Mini.

E o primeiríssimo lugar, como fica? Leva um voucher de 50 mil euros da Chartboost e um de 100 mil euros da Bidalgo para o mesmo fim de marketing, aparece em um vídeo produzido pela Google Play e dois ingressos para a GDC San Francisco 2018. Confira os 20 finalistas a seguir; o vitorioso será declarado no dia 13 de fevereiro. –A Planet of Mine Tuesday Quest.

  •  A Planet of Mine– Tuesday Quest
  •  Bridge Constructor Porta– ClockStone Softwareentwicklung
  • Bury Me, My Love– Playdius
  •  Captain Tom Galactic Traveler– Picodongames
  •  Core– FURYJAM
  •  Fern Flower– Macaque
  •  Flat Pack– Nitrome Ltd.
  •  I Love Huel– Zut!
  •  Jodeo– gamebra.in
  •  KAMI2– State of Play
  •  Kensho– FIFTYTWO
  • No More Buttons– Tommy Søreide
  •  Old Man’s Journey– Broken Rules
  •  Radium 2– Develobster
  • The Big Journey– Catfishbox
  •  The House of Da Vinci– Blue Brain Games
  • The Office Quest– 11Sheep
  • Unbalance– TVEE
  •  Undervault– Andriy Bychkovskyi
  •  Yellow– Bart Bonte

Conheça o primeiro celular com sensor biométrico na tela

 

Novidades à vista. Se você imaginava que umas das grandes fabricantes de smarthones– como a Apple ou a Samsung– seria a primeira a fabricar um celularcom sensor de impressão digital integrado à própria tela, você errou, pois foi a empresa chinesa Vivo que levou para a CES 2018 um dispositivo que permite a leitura biométrica no visor sem precisar separar espaço de borda para um botão capacitivo.

Um dos testes com o dispositivo foi feito pelo repórter Vlad Savov, da publicação The Verge. Segundo ele, a sensação de usar o leitor biométrico debaixo da tela é muito natural, assim como acontece nas versões com sensores capacitivos. Porém, ele notou uma certa lentidão em comparação com o modo tradicional, tanto na hora de registrar a digital quando de desbloquear o smartphone, mas nada que comprometesse a experiência.

A Vivo utiliza um sensor que já vem sendo desenvolvido há algum tempo, da empresa chamada Synaptics, e que figurou bastante nas notícias sobre rumores de smartphones da Apple e da Samsung com leitor biométrico sob a tela. Ele funciona analisando as lacunas entre os pixels em uma tela OLED (os LCDs não funcionariam por causa de sua necessidade de uma luz de fundo) e escaneando o padrão exclusivo de sua epiderme.

Essa é a mesma tecnologia que deveria ter aparecido no Galaxy S8, mas que por falta de tempo não pôde ser implantada da maneira adequada. A Synaptics, atualmente, já produz seu sensor – o Clear ID – em massa e é muito provável que a próxima geração de smartphones traga esse tipo de leitor biométrico em maior quantidade para os consumidores.

Nova bateria da Samsung pode ser completamente recarregada em 12 minutos

Sempre evoluindo, quase todos os itens do smarthone nos últimos tempos, o instituto de pesquisa da Samsung publicou um artigo científico explicando como funciona seu novo modelo de baterias para dispositivos móveis. As células de energia são feitas com “bolas de grafeno” e podem ser completamente recarregadas, indo de 0% a 100% de carga, em apenas 12 minutos, segundo a empresa. Em comparação, as células de íons de lítio conseguem fazer algo similar em mais de uma hora.

Além dessa característica do carregamento rápido, as novas baterias da Samsung também teriam 45% mais capacidade de armazenar eletricidade na comparação com os modelos atuais. Isso resultaria em células capazes de fazer smartphones durarem muito mais tempo longe das tomadas sem aumentar a espessura ou tamanho da carcaça.

Segundo a Samsung, o grafeno é considerado o material mais adequado para baterias em dispositivos móveis pois conta com uma série de vantagens. Na comparação com o lítio, ele consegue transferir energia 140 vezes mais rápido, tem maior capacidade de armazenamento e se mantém estável a temperaturas de até 60°C. Ou seja, o perigo de uma célula de grafeno explodir por conta de superaquecimento é bem menor. Além de smartphones, essa tecnologia poderia beneficiar largamente carros e outros veículos elétricos.

A coreana não afirma quando pretende começar a produzir baterias desse novo tipo em escala comercial, mas patentes para o novo sistema de bolas de grafeno já foram registradas na Coreia do Sul e nos EUA. Talvez os próximos top de linha da empresa, os Galaxy S9 e S9+ não contem com a novidade, mas essa seria uma boa aposta para o Note 9 ou mesmo para o Galaxy S10.

Anatel começa a bloquear celulares piratas a partir de 2018

A Anate (Agência Nacional de Telecomunicações) aprovou nesta quinta-feira (23) o calendário para bloqueio de celulares piratas no país. A medida começará a ser aplicada a partir de 9 de maio de 2018 e afetará, numa primeira etapa, apenas os aparelhos irregulares em operação no Distrito Federal e Goiás. Nas demais regiões do país, o bloqueio ocorrerá em duas fases, programadas para 8 de dezembro de 2018 e 24 de março de 2019 (veja mais abaixo nesta reportagem).

Os celulares considerados “piratas” são aqueles não certificados pela Anatel ou então que tenham o chamado IMEI (International Mobile Equipment Indentity), que é o número de identificação do aparelho, adulterado, clonado ou que tenha passado por outras formas de fraude. Esses aparelhos não seguem normas de qualidade e segurança, explicou a Anatel.

Além de celulares, outros aparelhos, como tablets e máquinas de cartão de crédito, que também usam chip e acessam a rede de dados das operadoras e que por ventura não sejam certificados pela Anatel, também poderão ser alvo do bloqueio.

Entretanto, nem todos os equipamentos irregulares serão bloqueados pela agência. A regra prevê um período em que usuários desses aparelhos comecem a ser notificados da medida. Os que entrarem na rede das operadoras antes de começarem as notificações, não sofrerão bloqueio.

A Anatel não informou quantos aparelhos irregulares estão em operação hoje no país. Dados coletados pela agência com as operadoras dão conta que cerca de 1 milhão de novos aparelhos considerados piratas entram nas redes das prestadoras mensalmente.

Um dos principais objetivos da medida é inibir a venda de celulares e tablets contrabandeados ou roubados.

Cronograma de bloqueio dos aparelhos

A medida aprovada nesta quinta pela Anatel prevê que, num primeiro momento, os donos de aparelhos piratas serão identificados e receberão mensagens de texto informando que o equipamento será bloqueado por não atender às normas da agência. Só depois dessas notificações e que os bloqueios começarão a ser feitos.

Distrito Federal e Goiás:

  • Início das notificações: 22 de fevereiro de 2018.
  • Início dos bloqueios dos aparelhos piratas: 9 de maio de 2018.

Acre, Rondônia, São Paulo, Tocantins, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul:

  • Início das notificações: 23 de setembro de 2018.
  • Início dos bloqueios dos aparelhos piratas: 8 de dezembro de 2018.
  • Minas Gerais, Rio de Janeiro, Espírito Santo, estados do Nordeste e da região Norte:

    • Início das notificações: 7 de janeiro de 2019.
    • Início dos bloqueios dos aparelhos piratas: 24 de março de 2019.

    >>>>> Só serão bloqueados os aparelhos que forem registrados na rede das operadoras (começarem a funcionar com chip) após os períodos de notificação. No caso de DF e Goiás, portanto, o bloqueio só atingirá aqueles que forem registrados a partir de 22 de fevereiro. Em São Paulo, a partir de 23 de setembro. No Rio, a partir de 7 de janeiro.

    Recomendações ao consumidor

    A Anatel informou que o consumidor pode fazer uma checagem do número do IMEI para identificar se o aparelho é irregular ou não.

    Para isso, o consumidor deve verificar o número que aparece na caixa e o que consta do adesivo no próprio aparelho. Depois, comparar se os dois são iguais a um outro, que aparece ao se discar no equipamento: *#06#

    Caso os números apresentados sejam diferentes, explicou a Agência Nacional de Telecomunicações, “há uma grande chance de o aparelho ser irregular”.

    Segundo a Anatel, haverá uma interação com órgãos de defesa do consumidor e com o Ministério Público, o que acontecerá antes da fase de encaminhamento das mensagens sobre a adoção de medidas de restrição do uso de aparelhos irregulares.

    A Procuradoria Federal Especializada da Anatel informou que não foram identificados impedimentos jurídicos ao bloqueio apenas de novos aparelhos irregulares.

    O bloqueio não afetará os terminais exclusivos para dados (modens), pois, segundo a Anatel, não seria possível encaminhar as mensagens informativas aos aparelhos.

Google confessa que rastrea celulares contra vontade de usuários

Mesmo quando os serviços de localização dos celulares estiverem desativados pelos usuários, o Google admitiu rastrear celulares Android.

O caso veio à tona com uma reportagem publicada pelo site Quartz, que informa sobre a empresa receber dados referentes às torres de rede celular próximas dos smarthones.

A coleta de dados não era restrita a aparelhos específicos: qualquer smartphone Android recente poderia ter dados enviados ao Google.

Com o uso de dados de diferentes torres de rede celular, uma empresa como o Google poderia triangular a localização dos usuários. Apesar da criptografia usada no envio de informações de localização, um smartphone infectado com malware ou spyware poderia compartilhar esses dados com terceiros sem que o usuário saiba.

Fora isso, seria possível que o Google conte para marcas parceiras se uma pessoa foi a uma determinada loja recentemente.

O Google diz que não armazena essas informações, e nem sequer as utiliza. O intuito de recebê-las era para buscar uma nova forma de acelerar o recebimento de mensagens. Mas, após o contato da reportagem do Quartz, a companhia se comprometeu a encerrar essa prática até o fim deste mês de novembro.

Leia o posicionamento do Google sobre o caso a seguir:

“Para garantir que as mensagens e as notificações sejam recebidas rapidamente, os celulares Android modernos usam um sistema de sincronização de rede que requer o uso de Mobile Country Codes (MCC) e Mobile Network Codes (MNC). Em janeiro deste ano, começamos a usar os códigos de Cell ID dos aparelhos como um sinal adicional para melhorar a velocidade e desempenho na entrega de mensagens. No entanto, nunca incorporamos o número de Cell ID em nosso sistema de sincronização de rede, de modo que os dados são imediatamente descartados, e nós o atualizamos agora para não solicitar mais o Cell ID. O MCC e MNC fornecem informações de rede necessárias para a entrega de mensagens e notificações e estão distintamente separados do Serviço de Localização, que fornecem a localização do aparelho para alguns aplicativos.”

Android vai mostrar quais apps estão acabando com sua bateria

Finalmente, Android vai a mostrar aos usuários quais são os apps que estão consumindo a bateria do smartphone ou tablet. A novidade deve chegar com a atualização para a versão 8.1 do Android, sistema do Google.

Antes que você ache estranho, vale lembrar que alguns smarthones Android já exibem essa informação, como o Galaxy S8, da Samsung. Nesses casos, isso é feito graças a alterações da fabricante no sistema original. A partir de agora, isso estará disponível no próprio Android e poderá ser disponibilizado a todos os usuários.

O recurso apareceu na versão preliminar do sistema que foi distribuída para desenvolvedores. Algumas imagens mostram que a central de bateria vai mostrar quanto cada app consumiu da bateria. Um sinal de alerta é exibido ao lado dos aplicativos que mais consumiram bateria, ao menos está assim nas imagens da versão preliminar.

Confira 4 problemas do iPhone X : O celular mais caro da história da Apple

Apesar do preço alto, o aparelho já é campeão de vendas no exterior, e o modelo mais simples custará R$ 6.900 no Brasil. O site da Apple no Brasil ainda não informa a data da chegada ao país. se o smartphone for comprado à vista, a  empresa dá 10% de desconto.

A pré-venda online começou em 27 de outubro em 55 países, e as unidades disponíveis acabaram em menos de 10 minutos. E, quando os aparelhos chegarem ás lojas, longas filas se formaram ainda na madrugada.

O impacto no desempenho financeiro da empresa com sede na Califórnia foi imediato. As ações da Apple subiram 3%.

Mas, à medida que se explora os detalhes do iPhone X (que se pronuncia “dez”, como o número em algarismo romano), tem sido possível encontrar alguns problemas.

A BBC Mundo, o serviço em espanhol da BBC, listou quatro falhas no novo e mais caro smartphone da Apple.

1. Tela (in)completa

O iPhone X eliminou o botão “home”, que ficava na parte inferior e era usado para iniciar o aparelho. A ideia é dar mais protagonismo à tela, que conta com a tecnologia OLED (sigla em inglês de Organic Light-Emitting Diodes, ou diodo orgânico emissor de luz), descrita como uma das melhores da história dos smartphones.

Mas o aparelho não exibe uma tela de ponta a ponta. Há uma pequena barra onde está instalado o novo hardware de reconhecimento facial, que destrava o telefone para seu dono.

De acordo com alguns usuários, há um certo incômodo porque, ao navegar na internet, barras brancas aparecem sobre a tela e ocultam algumas propriedades das páginas visitadas.

“O iPhone X mostra as páginas da internet literalmente com barras brancas nos lados,”, escreveu no Twitter o usuário Thomas Fuchs, referindo-se aos momentos em que a tela está na horizontal. Segundo ele, essas barras atrapalham o uso da barra de rolagem.

A postagem de Fuchs gerou centenas de comentários, entre elas a de que as tais barras não aparecem em todos os sites, além de dicas de como exibir páginas de ponta a ponta.

2. Ângulo de visão

A qualidade da tela OLED do novo telefone tem sido amplamente elogiada. No entanto, muitos usuários observaram que, quando olhavam a tela inclinando o aparelho para o lado, ela perdia completamente a qualidade de cores e nitidez.

A própria Apple admitiu que poderiam haver alguns inconvenientes, dependendo do ângulo de visão.

“Se você olha a tela fora do ângulo frontal, pode perceber alterações de cores e matizes”, escreveu o fabricante em um comunicado, anunciando que, apesar de serem características das telas OLED, está trabalhando para fazer algumas modificações.

3. Frágil

Embora seja o smartphone mais caro da Apple, o novo iPhone paradoxalmente também é mais o frágil.

De acordo com a empresa SquareTrade, que mede a resistência de telefones a quedas, o novo modelo é “o mais frágil, difícil e caro de consertar na história da Apple”.

A empresa, que oferece garantias para telefones, fez uma série de testes. Deixou o aparelho cair, por exemplo, de uma altura de 1,8 metro em diferentes ângulos.

A Apple, contudo, afirma que o iPhone X tem “um vidro de proteção mais durável de todos os smartphones”.

Mas os testes da SquareTrade apontam que as quedas produziram danos irreparáveis.

4. Sistema operacional preguiçoso

Usuários narram que o uso do novo aparelho é uma experiência “nova e diferente”.

“Vai marcar uma mudança em muitos aspectos”, escreveu Rosa Jiménez Cano, jornalista do jornal espanhol El País.

Aprenda a rastrear seu celular perdido ou roubado

Quando alguém que teve um celular perdido ou roubado sabe das dores de cabeça que isso provoca, dos temores com a perda da agenda e contatos, etc.

Há algum tempo, o Google lançou um serviço para facilitar a vida dos usuários que perderam ou tiveram seus tablets ou smartphones Android roubados. Trata-se de um sistema de rastreamento que permite encontrar o aparelho — e que pode ser útil, inclusive, caso você tenha perdido o gadget dentro de casa.

Por meio de um mecanismo bem simples, no qual você deve apenas se logar em sua conta Google, é possível ter uma ideia do local em que se encontra o dispositivo. Mesmo que ele não esteja com o GPS ativado, a ferramenta é capaz de rastrear e obter a localização exata do gadget, mesmo com uma pequena margem de erro.

Nas dicas a seguir, ensinamos como ativar esse recurso do Google. Mas primeiro, vamos mostrar como deixar seu aparelho rastreável, algo essencial para que a localização funcione quando o tablet ou celular desaparecer.

Ativando o Gerenciador de Dispositivos Android no smartphone/tablet

1. Abra a gaveta de aplicativos e encontre o app Config. Google.

Rastrear dispositivo Android

2. Na tela seguinte, ative as opções Localizar remotamente o dispositivo e Permitir bloqueio e limpeza remotos.

Rastrear dispositivo Android

3. Vá às configurações do Android e encontre a opção Localização. Mantenha a chave no modo Ativado. Com isso, você pode encontrar, bloquear e até mesmo apagar todo o conteúdo do seu dispositivo remotamente. Este recurso é essencial para ao menos manter a segurança de seus dados quando o gadget é perdido ou roubado.

Rastrear dispositivo Android

Rastreando seu dispositivo

1. Agora que você já deixou seu aparelho rastreável para o Google, acesse a página do rastreador de dispositivos Android.

2. Após fazer login, a próxima tela apresenta uma janela flutuante em cima de um mapa. Note que, de início, o sistema informa que está tentando fazer conexão com o seu aparelho.

Rastrear dispositivo Android

3. Dentro de alguns instantes, caso ele consiga estabelecer contato, as informações sobre o dispositivo aparecem na tela. No mapa, o serviço indica a localização aproximada do aparelho – perceba que ele informa uma precisão de 21 metros, ou seja, seu gadget está em um raio de 21 metros do ponto indicado no mapa.

Rastrear dispositivo Android

4. Agora que seu aparelho foi encontrado, você pode escolher uma entre as três opções disponíveis:

  • Tocar – Se você perdeu seu aparelho dentro de casa, ative esta opção para que ele comece a tocar. Assim, você consegue ouvir o barulho de seu ringtone e encontrar o dispositivo;
  • Bloquear – Esta opção serve para bloquear o aparelho e redefinir a senha de liberação. O recurso é ideal caso você tenha perdido o gadget, mas sabe que existe a possibilidade de encontrá-lo;
  • Apagar – Esta opção irá apagar completamente todos os dados do seu aparelho e não há como voltar atrás. A função pode ser bastante útil caso você tenha perdido definitivamente seu tablet ou smartphone, ou então ele tenha sido roubado.

E assim você conseguiu rastrear seu aparelho para descobrir onde ele estava. Além disso, já sabe que é possível bloqueá-lo ou mesmo apagar todos os seus dados à distância, evitando assim transtornos ainda maiores quando seu Android foi roubado ou perdido.