Saiba quais são os melhores e piores cartões de crédito para acumular pontos

Em um levantamento da Proteste, realizado pela EXAME, foram mostrado que o Caixa Elo Nanquim é o melhor cartão de crédito para acumular pontos, enquanto os cartões Nacional, Fit, Flex, Free e Light do Santander são os piores cartões para acumular pontos.

No Caixa Elo Nanquim, cada dólar gasto é convertido em 2,3 pontos. Se um consumidor tem o cartão e paga em média 3 mil reais por mês de fatura e quer realizar uma viagem para Nova York, levará cerca de 28 meses para acumular os 60 mil pontos necessários para a viagem, em média. Se quiser realizar a viagem em um ano, precisará gastar mensalmente quase 7 mil reais no cartão de crédito.

Esse valor não inclui o custo da anuidade do plástico (800 reais), que, dividido mensalmente, equivale a 66 reais. É necessário ter renda mínima de 15 mil reais para ter acesso ao cartão. No ano passado, a anuidade cobrada era menor: 600 reais

Já nos cinco cartões do Santander (os únicos nos quais a conversão dos pontos é baseada em reais, e não em dólares) cada 5 reais gastos na fatura mensal acumulam 1 ponto no cartão. Ou seja, um consumidor com o mesmo perfil do exemplo acima não consegue acumular 60 mil pontos no cartão sem que esses pontos expirem.

Para conseguir viajar para Nova York gastando 3 mil reais por mês, seriam necessários 100 meses, enquanto os pontos expiram em 24 meses. Para alcançar o objetivo em dois anos, seria necessário aumentar o valor da fatura para 12,5 mil reais mensais. “Isso é impraticável e não recomendável”, diz Renata Pedro, coordenadora da pesquisa na Proteste.

Dos cinco cartões do Santander, apenas o Free não foi descontinuado pelo banco. Mas a Proteste decidiu mantê-los na pesquisa, pois ainda há clientes do banco que utilizam esses cartões.

A novidade em relação à pesquisa do ano passado é a entrada de cinco cartões no ranking dos que mais pontuam: Banrisul MasterCard Black, Bradesco Elo Nanquim, Bradesco Prime Elo Nanquim, Porto Seguro MasterCard Black e Porto Seguro Visa Infinite. Todos permitem acumular 2,2 pontos a cada dólar gasto. Contudo, para pontuar no programa de fidelidade dos cartões Porto Seguro, é necessário gastar acima de 6 mil reais por mês no plástico.

Confira nas tabelas a seguir quais cartões garantem as maiores e menores pontuações, segundo a pesquisa da Proteste:

Os cartões que mais pontuam

Santander cartões

 

Metodologia

A pesquisa se baseia em dados reunidos pela calculadora de milhas disponível no site da associação de consumidores, que usa informações públicas sobre cada cartão.

O levantamento incluiu 225 plásticos oferecidos pelo Banco do Brasil, Bradesco, Banco Votorantim, Banrisul, Bradesco, Caixa, Itaú (Itaucard, Crediard, Diners), American Express, Banco do Brasil, Banco Pan, Porto Seguro e Santander. Um cartão emitido por um banco com duas bandeiras diferentes foi contabilizado como dois cartões, já que o valor da anuidade pode mudar.

Foram considerados os cartões que mais pontuam, ou seja, que oferecem mais de 2,1 pontos a cada 1 dólar gasto em compras.

Os cartões de fintechs como Nubank, Banco Inter e Original não foram incluídos na pesquisa porque seus programas de recompensas não convertem pontos em milhas.

Cartões de bancos feitos em parceria com programas de fidelidade de companhias aéreas, como Smiles, TudoAzul e Multiplus, não entraram nessa primeira parte do levantamento, pois permitem acumular apenas milhas, e não pontos. Além disso, não permitem transferir pontos para outros programas de fidelidade.

Saiba quais os 10 erros que facilitam a clonagem do seu cartão na internet

Hoje em dia as notas de papel estão cada vez mais difícil da carteira do consumidor. Pela praticidade e facilidade, muitos acabam optando por andar com cartão de crédito ou débito, o chamado dinheiro de plástico. A modalidade tem seus benefícios, mas também exige cuidado e atenção das pessoas.

O risco de ter o cartão clonado na internet é maior do que em lojas físicas. Tanto que casos suspeitos atingiram em torno de 3,6% das operações de compras virtuais no ano passado, de acordo com um levantamento da ClearSale, especializada em detectar fraudes.

“A fraude exige menos tecnologia, pois não é preciso copiar o cartão físico. Basta obter as informações básicas para cloná-lo”, explica na o coordenador de inteligência estatística da empresa, Omar Jarouche.

Os cuidados para proteger-se no ambiente virtual também são diferentes das compras presenciais. Recomenda-se evitar que o vendedor leve o cartão para longe da presença do consumidor, por exemplo. Mas, pela internet, os detalhes são mais complexos e nem é preciso ter a senha do cartão para efetuar compras ilícitas.

Para o especialista em direito digital do escritório Patrícia Peck Pinheiro Advogados, Leandro Bissoli, o usuário dificilmente percebe o risco que corre no meio virtual. “Geralmente ele só vai identificar o dano quando chegar a fatura do cartão”.

Quando isso acontecer, o consumidor precisa imediatamente entrar em contato com a emissora do cartão e comunicar que não reconhece os gastos na fatura. Também é recomendável registrar um boletim de ocorrência, segundo o advogado.

“O banco é obrigado por lei a ressarcir o consumidor quando comprovada a fraude”, explica Bissoli. O maior prejudicado nestes casos, contudo, é o lojista “Se a loja permitiu a compra com um cartão roubado e entregou o produto, é ela que arcará com o prejuízo da operação”, completa.

Três especialistas consultados pelo iG apontaram as principais erros que o internauta comete, sem perceber, que aumentam potencialmente as chances de ter seu cartão clonado no ambiente virtual. Confira abaixo e previna-se:

1. Digitar a senha do cartão de crédito – Não importa se você está em um site confiável ou fazendo compras em uma loja conhecida ou recomendada por amigos. “Os sites nunca pedem a senha do cartão para efetivar uma compra”, lembra Aline Rabelo, coordenadora do Investmania. No comércio eletrônico, os sites costumam pedir o número do cartão, a data de expiração e o código de segurança. A senha só é solicitada nos caixas de lojas físicas.

2. Acessar o internet banking em outros aparelhos – Se vocês está em um computador público ou em uma lan house, o risco de tornar-se vítima de um golpe é potencializado. O mesmo vale para conexões de wifi (internet sem fio) abertas, que permitem que invvasores acompanhem toda sua navegação, alerta o advogado Bissoli. “É preciso verificar se o anti-vírus do aparelho está atualizado, assim como a segurança do sistema operacional”, recomenda.

3. Ignorar os produtos mais visados por fraudadores – Segundo Omar, da ClearSale, as compras mais atacadas por golpistas que clonam cartões são as de itens com grande liquidez. Isto é, produtos fáceis de serem revendidos. O especialista cita o exemplo de uma geladeira e um notebook, que embora tenham preços semelhantes, a preferência é pelo último, devido à facilidade de passar o produto à frente.

4. Deixar de verificar o cadeado de segurança – Ao fazer uma compra em qualquer site, o consumidor deve atentar para o pequeno cadeado que aparece no canto da tela. É ele que garante ao internauta a navegação por um ambiente seguro, de acordo com Bissoli. “O cadeado assegura que a conexão com o servidor é segura e que ninguém pode ter acesso a estas informações no seu computador”, explica o especialista em direito digital.

5. Desconhecer a credibilidade do site – Se a loja virtual for pequena ou desconhecida, o cuidado é redobrado. “É preciso verificar se a empresa possui endereço comercial, telefone e CNPJ, para ter certeza de que não se trata de um endereço fantasma”, afirma Aline, da Investmania. Outra recomendação é consultar listas do Procon e sites de reclamações e redes sociais para verificar a autenticidade do site.

6. Não informar o banco quando viajar para outro país – Uma forma de se resguardar de bloqueios devido ao uso do cartão em viagens internacionais é avisar o banco ou administradora do cartão toda vez que o consumidor sair para o exterior, recomenda Jarouche, da ClearSale. “Em alguns bancos é possível fazer isso até pelo internet banking”.

7. Esquecer de conferir a fatura do cartão – Consumidores que nunca verificam o extrato de seu cartão podem levar um susto na chegada da fatura, alerta Jarouche, da Clearssale. As operadoras dos cartões costumam disponibilizar as faturas na internet, em tempo real, e algumas avisam o cliente por SMS quando uma compra foi efetivada. “Há diversas ferramentas disponíveis que servem de alerta”, explica o advogado Bissoli.

8. Perder o registro de compra pela internet – Guardar o e-mail recebido da loja com a comprovação da compra, ou até imprimir o comprovante, são ações que contam a favor do consumidor em caso de fraude em operações virtuais, observa a coordenadora da Investmania. “É recomendável manter essas informações até o recebimento do produto”.

9. Digitar dados sigilosos do cartão por email – “Nenhum banco é autorizado a solicitar dados pessoais e intransferíveis do cliente, como senha, por email”, lembra Aline. As lojas virtuais pedem o mínimo possível de dados pessoais nas compras. São eles o número do cartão, nome do titular e código de segurança (quatro dígitos que aparecem no canto do cartão).

10. Confiar cegamente na URL que aparece no site – Uma das formas de enganar o consumidor para roubar seus dados é utilizar uma URL (endereço de um site) maquiada, como explica Bissoli. “Os fraudadoes podem utilizar técnicas para iludir o internauta, sobrepondo páginas no navegando e dando a impressão de que se está em um site de cima, quando se está no de baixo”.

 

Cartão de loja é o tipo de crédito que mais leva à inadimplência

Com essa crise em que vivemos atualmente,os cartões de loja são hoje a forma de financiamento que mais leva o consumidor para a inadimplência. Entre os devedores que têm esse tipo de cartão, 80% estão com o nome sujo justamente por causa dele. No ano passado, o índice era de 73%. A conclusão é de um levantamento feito pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) em todas as capitais. Na segunda colocação, aparecem os empréstimos em bancos e financeiras, que lideravam o ranking em 2016 com 75% e agora estão dez pontos percentuais abaixo.

Na sequência, aparecem os cartões de crédito (65%), os cheques especiais (64%), o crediário (60%), os cheques pré-datados (51%), o financiamento de automóveis e motos (50%), o crédito consignado (38%), o financiamento da casa própria (27%) e as mensalidades escolares (24%).

Na avaliação da economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti, por mais que a economia brasileira comece a dar sinais de melhora, a vida financeira do brasileiro ainda não está em situação confortável. “O desemprego está estável, mas elevado, e a renda segue menor do que nos anos anteriores à crise.

Com orçamento curto, o brasileiro se depara com dificuldades para pagar as dívidas”, explica. “Por isso é preocupante que as dívidas bancárias se posicionem entres os primeiros colocados, porque a incidência de elevados juros por atraso faz com que essas dívidas cresçam de maneira acelerada, dificultando cada vez mais o pagamento.”

Inadimplentes

O estudo revela também que os devedores brasileiros continuam assumindo novos compromissos financeiros, mesmo não estando em dia com os que já tinha. Nesse cenário, o maior crescimento é o das compras feitas em carnês e crediários. A incidência em um ano foi de 11% para 21%. O cartão de crédito também teve expansão expressiva, de 40% para 48%.

Nas dívidas em razão da contratação de serviços, as maiores altas foram com telefonia (53%), com expansão de 11 pontos percentuais entre 2016 e 2017, e das contas de TV por assinatura e internet, de 33% para 44%. Isso indica que o consumidor está priorizando manter em dias as contas mais importantes, como água e luz.

Saiba como solicitar cartão de crédito sem burocracia

Tá com o nome sujo e precisa fazer um cartão de crédito? Saiba que atualmente é possível fazer um cartão mesmo com o nome sujo e sem comprovação de renda. Apesar de ter um limite baixo, com o tempo e com um bom histórico de pagador, você poderá conseguir ir aumentando aos poucos de acordo com as suas necessidades.

Saiba que o Banco Central não estabelece normas para a emissão de cartão de crédito, por isso é possível que todas as instituições desenvolvam uma alternativa que não precise da comprovação de renda.

É possível encontrar muitas opções de cartões que não tornam necessário a comprovação de renda. Assim você terá em mãos um dos meios mais utilizados para pagamento e ainda não ter que enfrentar nenhum tipo de burocracia.

Se você é estudante ou autônomo e não consegue comprovar a sua renda mensal, saiba que o caminho é tentar buscar um melhor relacionamento com algum banco em especial. Comece abrindo uma conta corrente para que o banco possa verificar as suas movimentações.

Mas se mesmo assim você ainda estiver com pressa para conseguir um cartão, confira quais são as suas melhores alternativas:

Saiba como os criminosos roubam dados de cartões de crédito

A preferência dos criminosos brasileiros por fraudes bancárias (envolvendo transferências, boletos e cartões de crédito) fica clara pela quantidade de pragas criadas dentro do Brasil para atuar nesse tipo de crime.
No primeiro dia da Cúpula Latino-americana de Analistas de Segurança, evento organizado pela empresa de segurança digital Kaspersky em Buenos Aires, Argentina, ouviu-se um funk em uma das apresentações. Fábio Assolini mostrou o clipe durante a sua fala devido à letra, que exalta o fruto de um crime digital: a clonagem de cartões de crédito.
Os funks celebrando a clonagem de cartões são facilmente encontrados no YouTube, junto a tutoriais e anúncios para a venda de ferramentas. Esses conteúdos também podem ser encontrados em grupos no Facebook. Não há muito pudor ou preocupação e trata-se de sintoma de uma prática cada vez mais comum.

O dinheiro de plástico já é usado por 22% da população da América Latina. No Brasil, são 28,8 milhões de adultos com acesso a ele. O surgimento das fintechs, que cortam a burocracia e exigem menos garantias para cederem cartões de crédito, estão ajudando na popularização desse meio de pagamento.

Em paralelo, aumenta também o interesse de criminosos na obtenção de dados de cartões. Algumas práticas não são novas — golpes que têm esse alvo datam de pelo menos 2005 — e as técnicas mais modernas são bastante engenhosas.

Mesmo o chip de segurança, presente na maioria dos cartões de crédito em circulação no Brasil, são suscetíveis à clonagem, seja do modo mais sofisticado, como um “skimmer” (popularmente conhecido como “chupa-cabras”) capaz de copiar as informações do chip quando o cartão é inserido em um caixa automático comprometido, situação flagrada no México; seja por ações grosseiras, como literalmente recortar o chip nesse processo. Isso aconteceu no Brasil.

De qualquer forma, há um detalhe interessante que facilita o uso de dados de cartões roubados: para compras online, o chip de segurança é totalmente dispensável.

Como se clona um cartão?

Além dos chupa-cabras, que são modificações não autorizadas em caixas automáticos feitas a fim de capturar dados do cartão, há outras formas de consegui-los. Assolini cita algumas: maquininhas adulteradas, caixas automáticos inteiros falsificados, a velha engenharia social e, no que considera o caso mais grave, os terminais de venda (PoS, de “point of sale”, ou ponto de venda em português) infectados por vírus.

Esses terminais são computadores comuns que recebem pagamentos de cartão através de um dispositivo que lê o cartão e tem um teclado numérico para a inserção de senhas, chamado PIN Pad. Eles ainda são populares em mercados, hotéis e postos de gasolina, por exemplo. Por estarem ligados a sistemas de uso geral, como o Windows, podem ser comprometidos com mais facilidade. E ainda trazem uma vantagem valiosa ao criminoso: é o único método de clonagem de cartão que pode ser implementado e gerenciado remotamente, sem que ele tenha contato direto com a vítima.

Outra peculiaridade da clonagem de cartões é a proximidade com o crime tradicional. Para fazer uso dos outros métodos, os carders, como são chamados os criminosos que obtêm e negociam esses dados, precisam do auxílio de alguém que vá ao local e faça o trabalho manual quando não o aplica via PoS. Após a aquisição dos dados, eles “negociam com criminosos tradicionais, que fazem compras online fraudulentas, negociam veículos e são até usado pelo narcotráfico. O carder eé o cara mais próximo do crime tradicional”, diz Assolini.

Briga de gato e rato

O primeiro vírus de PoS foi descoberto pela Visa, em 2008. Hoje, a Kaspersky tem conhecimento de 40 famílias de vírus do tipo, feitos especialmente para infectar computadores de pontos de venda e transmitir, sem que o dono do estabelecimento ou seus clientes saibam, dados de cartões para servidores remotos.

Como em outras áreas da segurança digital, há uma briga de gato e rato entre os criminosos e as empresas de segurança. Quando os ataques a PoS começaram, os vírus conseguiam os dados durante o trânsito, ou seja, enquanto eles eram transferidos do PIN Pad para o computador. As operadoras de cartões identificaram o problema e passaram a codificar esses dados durante o trânsito, fechando a brecha.

Não foi suficiente para barrar a ação dos criminosos. Com aquela porta fechada, os novos vírus passaram a vasculhar uma memória temporária do computador (RAM, abreviação em inglês de “memória de acesso aleatório”), que grava os dados do cartão sem criptografia. A técnica é chamada “memory scraping”.

Outra grande virada no mercado de clonagem de cartão foi a abertura do código-fonte do vírus Dexter. Houve uma explosão no número de detecções em 2015, quando isso aconteceu. Na prática, com o código-fonte divulgado, qualquer um pode, sem muita dificuldade e com custo zero, criar seu próprio vírus de PoS e modificar ou melhorar o código original.

Outros vírus, como o Katrina e o Neutrino, são vendidos em lugares obscuros da Internet por valores que chegam a US$ 2.200. O Neutrino chega a oferecer um painel de controle sofisticado, do tipo que qualquer um consegue operar.

Como se proteger

Ter o cartão clonado é um risco constante. Mesmo a pessoa mais diligente está sujeita a isso — o próprio Assolini já foi vítima. Ele dá algumas dicas para amenizar as chances de passar por esse sufoco:

  • Cubra o teclado do terminal automático na hora de digitar a senha. Alguns terminais adulterados têm câmeras que capturam a digitação da senha;
  • Não perca de vista seu cartão na hora de realizar pagamentos;
  • Evite usar terminais que ficam na rua. Os que estão dentro das agências e de estabelecimentos comerciais são mais vigiados e, portanto, difíceis de serem adulterados;
  • Tenha mais de um cartão de crédito. Se um deles for clonado, você não ficará sem acesso a esse meio de pagamento até resolver o problema; e
  • Revise o saldo regularmente. Se seu banco ou operadora oferecer apps e serviços de alerta por SMS, ative-os. Assim, caso o cartão seja clonado e alguém tente fazer compras não autorizadas em seu nome, você saberá de imediato e poderá tomar as providências adequadas, como cancelar o cartão e comunicar a operadora.

Justiça suspende comercialização do cartão Santander Free em todo país

 

 A Justiça do estado do Rio de Janeiro determinou a suspensão em todo o país da comercialização do cartão de crédito Santander Free, por descumprimento de oferta. A medida se deve a uma ação coletiva movida pela associação de consumidores Proteste em junho de 2016. Clientes relataram que o banco começou a cobrar repentinamente uma anuidade.

A associação alega que “essa prática do Santander é um grave desrespeito ao Código de Defesa do Consumidor, pois não cumpre o que é prometido na oferta, contrariando o próprio nome do cartão: free. Portanto, configura publicidade enganosa”, denuncia a Proteste.

Inicialmente, o cartão era oferecido aos usuários sem nenhuma taxa de anuidade, sendo necessária apenas uma transação de crédito por mês para a inseção de anuidade. Regra que foi extinta subitamente em maio de 2016, quando o banco passou a exigir operações mínimas de R$ 100 por mês para continuar a utilização do serviço sem anuidade.

Com alteração, o usuário que gastasse quantia inferior a R$ 100 por mês no crédito, recebia uma cobrança proporcional à anuidade, valor de cerca de R$ 270.

Com a denúncia, uma liminar foi concedida pela juíza Maria Christina Berardo Rucker, determinando a suspensão de novas contratações do cartão, assim como o fim da cobrança aos antigos usuários do cartão. Se as medidas forem descumpridas, o banco terá que pagar multa diária de R$ 50 mil.

O banco Santander ainda não se pronunicou referente ao caso, mas pode recorrer da decisão da Justiça.

Cartão de Crédito Black da Caixa, veja vantagens e como solicitar o seu

Veja como conseguir o seu CARTÃO BLACK da CAIXA. Os cartões do tipo “Black” são conhecidos por suas vantagens e benefícios exclusivos. Voltados para um público com alto poder aquisitivo, esses cartões contam com descontos e serviços especiais oferecidos pela MasterCard. A Caixa Econômica oferece aos seus clientes o CAIXA MasterCard Black.

Só para você ter uma ideia, o cartão Black é aceito em mais de 30 milhões de estabelecimentos comerciais, isso levando em consideração pelo menos 150 países do mundo.

Trata-se de um cartão de crédito aceito em mais de 30 milhões estabelecimentos em 150 países diferentes. Os seguros de viagem são o grande atrativo deste produto, sendo ideal para quem costuma fazer viagens internacionais.

Vantagens do CAIXA MasterCard Black

Para que você se informe mais sobre este cartão, listamos abaixo as principais vantagens oferecidas:

  • MasterSeguro de Automóveis, que cobre acidentes com carros alugados;
  • MasterSeguro de Viagem, que oferece segurança ao titular e seus familiares durante viagens;
  • Serviço de Assistência de Viagem, que disponibiliza serviços de assistência antes, durante e depois das viagens;
  • MasterAssist Black, com assistência médica para o titular e os seus dependentes;
  • Proteção de Inconveniência de Viagem, que cobre gastos quando a viagem é cancelada;
  • Proteção de Bagagem, com cobertura de gastos em casos de atraso ou extravio de bagagem;
  • Proteção contra roubos e assaltos em caixas eletrônicos;
  • MasterCard Global Service, que funciona como uma central de atendimento para solicitação de dinheiro emergencial ou reposição do cartão;
  • Garantia estendida para produtos adquiridos com o cartão MasterCard Black;
  • Proteção de compras feitas com cartão, em caso de roubo ou dano, por até 90 dias;
  • Assistência Pessoal, para reservas em restaurantes, compras de ingresso, aluguel de carros e outros serviços.

Promoções do CAIXA Black

O CAIXA Black participa das promoções oferecidas pela MasterCard, além de contar com os descontos exclusivos em lojas parceiras. Entre no site do MasterCard Black para conferir a lista de estabelecimentos comerciais conveniados e outras promoções do cartão.

O acúmulo dos pontos vale para as compras realizadas no Brasil e também no exterior. É possível fazer a conversão dos pontos através do resgate do Programa Tudo Azul, Multiplus Fidelidade, Victoria, In Mais, Caixa Mais Vantagens e Amigo – Avianca e outros.

Para poder ter mais informações, você pode acessar aqui.

É importante que não exista nenhum tipo de restrição no seu nome, pois a Caixa faz uma análise extremamente detalhada do risco do crédito.

Aprenda a usar os cartões pré-pagos do Netflix; conheça o procedimento

Usar os cartões pré-pagos da Netflix é simples e funciona como uma alternativa aos cartões de crédito no pagamento de uma assinatura. O recurso, também chamado de gift card (cartão de presente, em livre tradução), pode ser usado por assinantes e por quem ainda não têm conta no site.

Já tenho assinatura da Netflix. Posso utilizar o cartão pré-pago?

Assinantes da Netflix podem utilizar os cartões pré-pagos. O valor da mensalidade é deduzido do saldo do cartão, de acordo com o plano utilizado. Quem ainda não é usuário, ao adquirir o cartão, recebe um mês grátis de serviço e, quando acaba esse período de gratuidade, terá o valor mensal do plano deduzido do cartão.

Não sou assinante, mas quero usar o serviço pré-pago. Preciso informar os dados do meu cartão de crédito?

Não é necessário informar os dados do cartão de crédito para usar o gift card da Netflix. É preciso apenas do cartão pré-pago, endereço de e-mail, senha e CEP.

Como usar o cartão pré-pago para pagar a minha assinatura?

Após comprado, basta raspar a parte indicada no verso do cartão e digitar o código na página (netflix.com/redeem).

Quem já tiver uma conta do serviço, também poderá inserir o código do cartão na página “Sua Conta” (https://www.netflix.com/YourAccount). De acordo com a Netflix, o saldo disponível no cartão pré-pago será adicionado e o pagamento seguinte da sua assinatura será realizado através desse saldo.

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Caso seja insuficiente para realizar o pagamento da mensalidade, o usuário pode optar por usar mais de um vale-presente. Para isso, basta inserir os códigos de cada cartão e o valor será acrescido à sua conta.

Onde encontro os cartões pré-pagos e quanto custam?

Há três opções de cartões pré-pagos da Netflix, de R$ 30, R$ 70 e R$ 150. Atualmente, podem ser encontrados em estabelecimentos comerciais, como livraria Saraiva, Walmart, Sam’s Club, Hiper e Super Bompreço, Pão de Açúcar, Minuto Pão de Açúcar e Extra Hiper, Super e Mini.

É possível resgatar os cartões pré-pagos da Netflix nos faturamentos do serviço pelo iTunes ou Google Play?

Não é possível. A dica dada pela própria Netflix para contornar essa situação é cancelar a conta e reiniciá-la usando o cartão de presente.

O que acontece quando o saldo do meu cartão pré-pago não é o suficiente para pagar minha mensalidade?

Quando o valor da conta estiver muito baixo, a Netflix envia, via e-mail, um lembrete. Quando não houver mais saldo disponível, é necessário inserir um novo cartão pré-pago ou aderir a outra forma de pagamento para continuar assistindo filmes e séries pelo site.

Onde posso conferir o saldo da minha conta da Netflix?

É possível checar o saldo de sua conta da Netflix na página “Detalhes da Cobrança”(netflix.com/BillingActivity).

É possível usar o cartão pré-pago comprado em outro país?

Sim, mas apenas no caso de países que utilizarem a mesma moeda. Ou seja, não é possível utilizar no Brasil um cartão comprado nos Estados Unidos, visto que o gift card foi adquirido em dólar e, aqui, a moeda é o real.

Como trocar o cartão de crédito cadastrado ou inserir novos no PayPal

 

Como trocar o cartão de crédito cadastrado no Paypal.

1. Acesse a conta do Paypal. Para isso, entre com seus dados de usuário e senha no site. Para trocar de cartão é preciso ter sua conta verificada;

2. A seguir, clique em “Perfil” e acesse “Adicionar ou editar cartão de crédito”;

3. Ao acessar a parte de cartões de crédito do Paypal, é possível adicionar ou remover um cartão. Você pode cadastrar quantos cartões quiser. Clique em “Adicionar Cartão”;

4. Ao acessar a página “Adicionar Cartão”, você deve preencher o formulário com os dados do seu cartão de crédito no PayPal, para não fazer mais isso em cada loja;

5. Agora que seu cartão já está cadastrado no Paypal, ele precisa ser verificado. Para isso, o Paypal debita uma pequena quantia do crédito do seu cartão. Com o cartão que você deseja trocar já devidamente cadastrado, é hora de trocá-lo. Clique no link “Tornar Principal”.

Pronto! Agora todas as compras e pagamentos realizados com Paypal serão debitados no cartão que você selecionou e o cartão anterior pode ser apagado ou mantido no site.PayPal

Concurso Banco do Brasil – Conhecimentos Bancários

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