Conheça a câmera fotográfica de 400 megapixel que cria fotos de 2.4GB

Realmente esse é o sonho de consumo dos fotojornalistas. A câmera do iPhone X já chama atenção com seus 12 megapixel. O topo de linha da Canon, a 1D Mark IV tem 16 megapixe. Se estes números já te impressionaram, o que dizer da Hasselblad H6D-400c com seus 400 megapixel.

A tecnologia de ponta da nova câmera usa toda sua capacidade no sensor para tirar quatro fotos com 100 megapixel e combinando todos os pixels entre elas, além de mais duas imagens adicionais. A combinação destas seis imagens gera um retrato gigante de 23200 x 17400 pixel, um arquivo TIFF de 16-bit com 2.4 GB.

As fotos são tão grandes e pesadas que necessitam de um computador conectado à câmera para essa transferência imediata, que pode ser feita pelo conector USB 3.0.

É claro que esta não é uma câmera para ser usada no dia-a-dia, e sim em estúdios especializados em captação profissionais de imagens. O preço? US$ 47,995 (cerca de R$ 154 mi).

Saiba quais são os melhores e piores cartões de crédito para acumular pontos

Em um levantamento da Proteste, realizado pela EXAME, foram mostrado que o Caixa Elo Nanquim é o melhor cartão de crédito para acumular pontos, enquanto os cartões Nacional, Fit, Flex, Free e Light do Santander são os piores cartões para acumular pontos.

No Caixa Elo Nanquim, cada dólar gasto é convertido em 2,3 pontos. Se um consumidor tem o cartão e paga em média 3 mil reais por mês de fatura e quer realizar uma viagem para Nova York, levará cerca de 28 meses para acumular os 60 mil pontos necessários para a viagem, em média. Se quiser realizar a viagem em um ano, precisará gastar mensalmente quase 7 mil reais no cartão de crédito.

Esse valor não inclui o custo da anuidade do plástico (800 reais), que, dividido mensalmente, equivale a 66 reais. É necessário ter renda mínima de 15 mil reais para ter acesso ao cartão. No ano passado, a anuidade cobrada era menor: 600 reais

Já nos cinco cartões do Santander (os únicos nos quais a conversão dos pontos é baseada em reais, e não em dólares) cada 5 reais gastos na fatura mensal acumulam 1 ponto no cartão. Ou seja, um consumidor com o mesmo perfil do exemplo acima não consegue acumular 60 mil pontos no cartão sem que esses pontos expirem.

Para conseguir viajar para Nova York gastando 3 mil reais por mês, seriam necessários 100 meses, enquanto os pontos expiram em 24 meses. Para alcançar o objetivo em dois anos, seria necessário aumentar o valor da fatura para 12,5 mil reais mensais. “Isso é impraticável e não recomendável”, diz Renata Pedro, coordenadora da pesquisa na Proteste.

Dos cinco cartões do Santander, apenas o Free não foi descontinuado pelo banco. Mas a Proteste decidiu mantê-los na pesquisa, pois ainda há clientes do banco que utilizam esses cartões.

A novidade em relação à pesquisa do ano passado é a entrada de cinco cartões no ranking dos que mais pontuam: Banrisul MasterCard Black, Bradesco Elo Nanquim, Bradesco Prime Elo Nanquim, Porto Seguro MasterCard Black e Porto Seguro Visa Infinite. Todos permitem acumular 2,2 pontos a cada dólar gasto. Contudo, para pontuar no programa de fidelidade dos cartões Porto Seguro, é necessário gastar acima de 6 mil reais por mês no plástico.

Confira nas tabelas a seguir quais cartões garantem as maiores e menores pontuações, segundo a pesquisa da Proteste:

Os cartões que mais pontuam

Santander cartões

 

Metodologia

A pesquisa se baseia em dados reunidos pela calculadora de milhas disponível no site da associação de consumidores, que usa informações públicas sobre cada cartão.

O levantamento incluiu 225 plásticos oferecidos pelo Banco do Brasil, Bradesco, Banco Votorantim, Banrisul, Bradesco, Caixa, Itaú (Itaucard, Crediard, Diners), American Express, Banco do Brasil, Banco Pan, Porto Seguro e Santander. Um cartão emitido por um banco com duas bandeiras diferentes foi contabilizado como dois cartões, já que o valor da anuidade pode mudar.

Foram considerados os cartões que mais pontuam, ou seja, que oferecem mais de 2,1 pontos a cada 1 dólar gasto em compras.

Os cartões de fintechs como Nubank, Banco Inter e Original não foram incluídos na pesquisa porque seus programas de recompensas não convertem pontos em milhas.

Cartões de bancos feitos em parceria com programas de fidelidade de companhias aéreas, como Smiles, TudoAzul e Multiplus, não entraram nessa primeira parte do levantamento, pois permitem acumular apenas milhas, e não pontos. Além disso, não permitem transferir pontos para outros programas de fidelidade.

5 truques para não tomar multas de trânsito

Se tem alguma coisa que ninguém gosta, é ser multado. Ainda mais com a nova lei que entrou em vigor recentemente. Com o cerco das autoridades, cada vez mais motoristas são pegos pela “indústria” da multa. Mas existem algumas táticas para não ter prejuízo nem risco de perder sua CNH que o governo nem sempre revela. Conheça sete truques que vão garantir seu sossego financeiro e sua carteira zerada.

Tolerância (que não é) zero

Por lei, todos os radares (fixos, estáticos e portáteis) no Brasil possuem uma tolerância sobre a velocidade medida. Fazer o cálculo é fácil: até 100 km/h, essa tolerância é de 7 km/h. Acima disso, ela passa a ser de 7%. Então, em um radar de 60 km/h, quem passar a até 67 km/h não tomará multa. O mesmo vale para quem cruzar com um policial a 128 km/h em uma rodovia cujo limite é de 120 km/h.

Chinelo da discórdia

Tá na praia e vai dirigir? Não pense duas vezes e tire seu chinelo antes de sair com o veículo. Isso porque é proibido conduzir um automóvel com calçados que não se firmem adequadamente ao pé (especialmente o calcanhar). Contudo, ao contrário do que muita gente crê, é possível dirigir descalço sem medo do guarda.

Rebaixamento polêmico

Em teoria todo mundo sabe que não se pode estacionar em frente à garagens, mesmo quando elas não estão em uso (como em comércios fechados). Mas parar o carro em frente a uma guia rebaixada não é necessariamente sinônimo de multa. Se não há passagem de veículo sobre a calçada, como em lugares onde uma entrada para carros não existe mais, pode estacionar no local sem medo. Só não confunda com acesso para cadeirantes, pois bloqueá-los também dá multa.

Assunto nebuloso

A maioria dos motoristas já se acostumou à obrigatoriedade de se andar com os faróis baixos (em veículos sem luzes diurnas) ligados na estrada. Mas ainda tem gente que se confunde as luzes do veículo. Não quer tomar multa de jeito nenhum? Não confunda os faróis baixos pelos faróis de neblina na estrada.

As luzes na parte inferior do para-choque projetam a luz em um facho curto e aberto e não têm a mesma eficiência do farol baixo. Por isso, na estrada e à noite os faróis de neblina só podem ser acesos com os faróis baixos ligados.

Preguiça custa caro

Sabe quando alguém vai estacionar o carro em uma rua vicinal de mão dupla e simplesmente para na contramão? Os poucos segundos economizados para dar meia-volta no carro custam caro: neste caso, R$ 130,16 e quatro pontos da CNH do preguiçoso.

Há dois principais motivos para não poder parar ao contrário. O primeiro é que, para fazer isso, você circulou pelo menos alguns metros na contramão. Além disso, os refletores de luz do carro são posicionados nas lanternas traseiras. Então, em caso de vias mal sinalizadas, quem estiver trafegando de noite não verá a luz de seu farol rebatido pela lanterna do veículo estacionado.

 

Conheça 9 apps auxiliam você a economizar na vida

Quem já passou por dificuldades financeiras sabe o quanto é complicado enfrentar a situação, ainda mais nessa crise que estamos atravessando. Poupar dinheiro é um desafio e tanto para quem quer fazer um pé de meia ao longo da vida. Para que isso aconteça com êxito, as condições básicas são planejamento e disciplina. Tendo essas duas coisas, o (a) poupador (a) tem mais chaces de alcançar o objetivo estabelecido.

E, para auxiliar nesta tarefa, outro aliado importante é a tecnologia. Hoje em dia existem vários aplicativos que também auxiliam quem está com este propósito.

Veja alguns destaques:

Quer economizar em gasolina? Gasoleta e Nexer

1. Gasoleta

Contabiliza a melhor opção para o abastecimento do seu veículo. Para isso, leva em consideração o preço do combustível e o consumo médio do veículo flex.

2. Nexer

Aponta  quanto o motorista gasta em cada trajeto e, com isso, faz alterações nos trajetos, tendo como base a economia do combustível.

Quer economizar com restaurante? Grubster, Restorando 

3. grubster

Oferece descontos de até 50% para usuários do Android e de 30% para os da Apple em almoços e jantares com bebida incluída. São contempladas as seguintes cidades: Belo Horizonte, Brasília, Curitiba, Porto Alegre, Rio de Janeiro, São Paulo e Campinas (SP).

4. Restorando

Oferece menu especial, taças de boas-vindas, sobremesas grátis e até 50% de desconto em alguns deles. São contempladas a seguintes cidades: São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Brasília e Porto Alegre.

Quer gastar pouco em saúde? Consulta do Bem e MediPreço

5. Consulta do Bem

Agenda consultas médicas mais baratas com psicólogos, dentistas, fisioterapeutas, fonoaudiólogos e até nutricionistas. Os valores a partir de R$ 58.

6. MediPreço

Faz a comparação de  preços de remédios em diferentes drogarias e indica em qual haverá maior economia.

Quer gastar menos em viagem? Maxmilhas e Airbnb

 7. Maxmilhas

Oferece a opção de vender milhas e comprar passagens aéreas com até 80% de desconto. Mas atenção: é necessário fazer um cadastro na plataforma.

8. Airbnb

O viajante consegue eonomizar com a hospedagem alojando-se na casa de outras pessoas. Ele pode ainda alugar o imóvel inteiro ou somente alguns cômodos.    

Quer gastar menos na conta água?  Da Sua Conta

9.  Da Sua Conta

Este aplicativo tem função de auxiliar conscientização sobre uso racional de água. Ele indica ainda houve aumento ou redução da despesa.

 

Veja 7 dicas de economizar na hora da comprar material escolar

Chega o mês de janeiro e vem junto os inúmeros gastos extras pela frente. Uma das principais despesas de começo de ano, juntamente com os impostos do carro (IPVA) e do imóvel (IPTU) é com as matrículas e o material escolar.Para o coordenador do MBA em Gestão Financeira da Fundação Getulio Vargas (FGV), Ricardo Teixeira, medidas como reunir famílias para fazer compras coletivas e buscar descontos, além de trocar livros didáticos entre amigos são algumas medidas que podem cortar os custos do material pela metade. Entre as sugestões, estão:

Pesquisar: “A velha sugestão de pesquisar preços é sempre atual”, diz o professor. Os preços variam bastante de loja para loja e consultar algumas pode trazer uma boa economia. Por isso, é bom também não deixar as compras para a última hora, para ter tempo de pesquisar.

Siga a lista: O consumidor deve fazer uma lista do que precisa comprar para não se render a impulsos consumistas. Cadernos de super-heróis, mochilas da moda, canetinhas especiais, tudo que não estiver entre os pedidos da escola deve ser evitado.

Recicle: Também é recomendável juntar todo o material escolar do ano anterior e ver a possibilidade de reutilizá-lo, diz Ricardo Teixeira. Cadernos usados pela metade, lápis, giz de cera, canetas, apontadores, réguas, podem reduzir o custo das compras.

Juntos pouparemos: O especialista em gestão financeira lembra ainda que é importante conversar com outros pais e tentar fazer a compra em conjunto, pois, assim, aumenta a probabilidade de conseguir preços menores. Segundo Ricardo Teixeira, sempre é possível negociar descontos nas compras em grande quantidade. “Comprar no atacado também pode render bons negócios”.

Biblioteca: Teixeira diz que vale sugerir que a escola crie uma biblioteca para que os familiares consigam fazer trocas de livros. Outra opção é a internet. É possível buscar materiais e livros usados em excelente estado que, muitas vezes, custam a metade do preço, desde que aceitos pela escola.

Descontinho: Ricardo Teixeira aconselha também tentar comprar à vista e pedir um desconto no preço total. “Se o consumidor tiver que pagar a prazo, deve observar se as parcelas caberão no orçamento mensal para evitar cair no cheque especial ou no parcelamento rotativo do cartão de crédito”, aconselha.

Resista aos filhos: O professor da FGV alerta para que os pais não se deixem levar somente pelos desejos dos filhos, pois eles podem ser facilmente influenciados por amigos e também pelo marketing. “O ideal é conversar com os filhos antes de sair às compras, explicando a situação em que a família se encontra e quanto poderão gastar com os materiais”, diz. “Caso contrário, é melhor não ir às compras com as crianças”, recomenda.

Veja 8 cursos de inglês online grátis que você deveria conhecer

Você deseja aprender a falar um segundo idioma, mas não tem dinheiro? Então confira 8 dicas de cursos de inglês online grátis, para que você possa se aperfeiçoar no idioma e aumentar o vocabulário.

Os cursos têm pontos em comuns, claro, mas também apresentam conteúdos diferentes e complementares. Se você estudar todos eles, não só vai economizar seu dinheiro, mas também irá aumentar seu conhecimento de gramática, vocabulário inglês e compreensão auditiva.

Cursos de Inglês Online Grátis 

01 – English Online – é um curso bem estruturado. Traz conteúdo amplo para estudantes de nível básico, intermediário e avançado. Apresenta vídeos.

02 – Learn English Online – Este site apresenta um amplo conteúdo focado exclusivamente para estudantes de nível básico. É bem organizado.

03 – Learn American English Online – o foco do site é inglês americano. Há vídeos. Na seção de “reading”, você pode gravar sua voz para comparar sua leitura com a de um nativo.

04 –1 Language  – Curso de inglês com 70 lições para atender estudantes de nível básico e intermediário.

05 – BBC – Curso de inglês bem estruturado, com material de texto e vídeo excelentes.

06 – USA Learns – Curso de inglês americano voltado para o público adulto. Ele melhora sua habilidade de escrever, ler e falar em inglês.

07 – Curso de Inglês Grátis – esse site apresenta gramática inglesa para estudantes de nível básico e intermediário. Também há textos exclusivos para “phrasal verbs”, compreensão oral e expressões idiomáticas.

08 – Zap English – como os demais, esse site dá um foco em gramática. Como diferencial, ele dedica um espaço para traduzir músicas inglesas e ensina expressões idiomáticas. Há também uma seção exclusiva para pronúncia de palavras.

Conheça o menor celular do mundo que tem menos de 5 cm

Pode parecer, mas o celular da foto não é um modelo antigo. Com celulares ficando cada vez maiores e mais potentes, uma empresa foi no sentido oposto e criou o celular mais diminuto e barato possível. Trata-se do Zanco T1, um celular em estilo antigo com tela pequena, teclado numérico, bateria que dura mais de um dia, tamanho extremamente reduzido e preço bem mais acessível.

Segundo a empresa, é o menor celular do mundo: ele tem 4,67 centímetros de altura por 2,1 de largura e pesa apenas 13 gramas. Mesmo assim, ele tem a maioria dos recursos que se espera de um celular: alto-falante, microfone, slot para chip nanoSIM, porta de carregamento USB e um teclado totalmente funcional. Ele até tem um detalhe na sua parte superior que permite que ele seja usado como um colar ou chaveiro. O vídeo abaixo mostra mais do aparelho:

Em termos de potência, o celular é basicamente o que se poderia esperar de um dispositivo desse tamanho, de acordo com o BGR. Sua tela, por exemplo, tem resolução de 64 por 32 pixels. A memória dele é capaz de armazenar até 300 contatos e lembrar as 50 últimas ligações que você fez ou recebeu, além de armazenar suas últimas 50 mensagens SMS. No entanto, ele só é capaz de operar em redes 2G por causa de seu tamanho.

Os recursos do Zanco T1 permitem que ele seja usado para fazer ligações e enviar mensagens de texto (embora ainda não seja possível aferir a qualidade do alto-falante). De acordo com a empresa, ele é ideal para funcionar como “celular reserva” – algo para deixar no escritório, ou para usar quando for sair para algum lugar perigoso, ou para levar quando for praticar esportes, por exemplo.

Por outro lado, em termos de duração da bateria, ele não faz feio. A empresa promete que ele consegue aguentar até três dias em standby antes de precisar ser recarregado, e consegue oferecer até três horas de tempo de conversação a cada ciclo de bateria. O preço também é interessante: no Kickstarter, é possível adquirir um por a partir de 35 libras (R$ 155). A expectativa da empresa é que ele será enviado aos compradores a partir de maio de 2018.

Inicialmente, segundo o Business Insider, o projeto começou como uma piada. No entanto, no Kickstarter o Zanco T1 já tem mais de 1.500 apoiadores, e já arrecadou mais de US$ 100 mil (sua meta inicial era de US$ 33 mil).

Confira as senhas mais usadas e menos segura da internet

Senhas são a porta de entrada para praticamente tudo que é importante tanto no mundo virtual quanto no mundo real.Você provavelmente nem se dá conta disso, mas acumula pelo menos uns dez logins diferentes espalhados pela internet. Só de e-mail e redes sociais, pode por aí uns 5, no mínimo. Adicione à lista também seus serviços de streaming, sites de compras, jogos online ou portais de notícias e verá a quantidade de dados pessoais que precisa permanecer sob sigilo, acessível só mediante senha.

A verdade é que a lei do menor esforço costuma ser soberana: em vez de procurarem uma senha classificada como “forte”, muitos apressadinhos se convencem de que a “fraca” vai bastar. É pensando em reunir os principais exemplos dessa falta de preocupação que uma empresa de segurança digital elabora anualmente uma espécie de hall da fama da falta de criatividade online.

Recolhido pela SplashData, o relatório dispõe de cerca de 5 milhões de senhas vazadas na internet, principalmente de usuários da América do Norte e países da Europa Ocidental, e atesta alguns dados bem interessantes – como, por exemplo, o fato de que 3% das pessoas ainda usarem como palavra-chave o manjado “123456”.

Estima-se que pelo menos 10% desses usuários (ou 500 mil pessoas) usem uma das senhas genéricas que aparecem no Top 25. A lista, liderada pelo “123456”, tem outras sequências numéricas óbvias bem rankeadas, como “12345678” no 3º lugar, e o “12345”, na 5ª colocação. Despontam também palavras como “password” (literalmente “senha”, em inglês), “qwerty”, sequência de letras mais famosa do teclado, “letmein” (tradução para ‘deixe-me entrar’) e “iloveyou”.

“Starwars“, estreia mais aguardada para o cinema este ano, aparece na 16ª posição. Outros highlights, como o 15º colocado “abc123” (uma referência àquela do Jackson 5 ou só preguiça mesmo? Jamais saberemos),  e “jordan23”, homenagem ao número usado por Michael Jordan, são outras amostras do quão enfadonha pode ser a tarefa de criar uma senha.

Abaixo, segue a lista das 25 mais populares. Achou a sua aí? Melhor dar uma repensada no seu processo criativo.

  1. 123456
  2. Password
  3. 12345678
  4. qwerty
  5. 12345
  6. 123456789
  7. letmein
  8. 1234567
  9. football
  10. iloveyou
  11. admin
  12. welcome
  13. monkey
  14. login
  15. abc123
  16. starwars
  17. 123123
  18. dragon
  19. passw0rd
  20. master
  21. hello
  22. freedom
  23. whatever
  24. qazwsx
  25. trustno1

Saiba quais os 10 erros que facilitam a clonagem do seu cartão na internet

Hoje em dia as notas de papel estão cada vez mais difícil da carteira do consumidor. Pela praticidade e facilidade, muitos acabam optando por andar com cartão de crédito ou débito, o chamado dinheiro de plástico. A modalidade tem seus benefícios, mas também exige cuidado e atenção das pessoas.

O risco de ter o cartão clonado na internet é maior do que em lojas físicas. Tanto que casos suspeitos atingiram em torno de 3,6% das operações de compras virtuais no ano passado, de acordo com um levantamento da ClearSale, especializada em detectar fraudes.

“A fraude exige menos tecnologia, pois não é preciso copiar o cartão físico. Basta obter as informações básicas para cloná-lo”, explica na o coordenador de inteligência estatística da empresa, Omar Jarouche.

Os cuidados para proteger-se no ambiente virtual também são diferentes das compras presenciais. Recomenda-se evitar que o vendedor leve o cartão para longe da presença do consumidor, por exemplo. Mas, pela internet, os detalhes são mais complexos e nem é preciso ter a senha do cartão para efetuar compras ilícitas.

Para o especialista em direito digital do escritório Patrícia Peck Pinheiro Advogados, Leandro Bissoli, o usuário dificilmente percebe o risco que corre no meio virtual. “Geralmente ele só vai identificar o dano quando chegar a fatura do cartão”.

Quando isso acontecer, o consumidor precisa imediatamente entrar em contato com a emissora do cartão e comunicar que não reconhece os gastos na fatura. Também é recomendável registrar um boletim de ocorrência, segundo o advogado.

“O banco é obrigado por lei a ressarcir o consumidor quando comprovada a fraude”, explica Bissoli. O maior prejudicado nestes casos, contudo, é o lojista “Se a loja permitiu a compra com um cartão roubado e entregou o produto, é ela que arcará com o prejuízo da operação”, completa.

Três especialistas consultados pelo iG apontaram as principais erros que o internauta comete, sem perceber, que aumentam potencialmente as chances de ter seu cartão clonado no ambiente virtual. Confira abaixo e previna-se:

1. Digitar a senha do cartão de crédito – Não importa se você está em um site confiável ou fazendo compras em uma loja conhecida ou recomendada por amigos. “Os sites nunca pedem a senha do cartão para efetivar uma compra”, lembra Aline Rabelo, coordenadora do Investmania. No comércio eletrônico, os sites costumam pedir o número do cartão, a data de expiração e o código de segurança. A senha só é solicitada nos caixas de lojas físicas.

2. Acessar o internet banking em outros aparelhos – Se vocês está em um computador público ou em uma lan house, o risco de tornar-se vítima de um golpe é potencializado. O mesmo vale para conexões de wifi (internet sem fio) abertas, que permitem que invvasores acompanhem toda sua navegação, alerta o advogado Bissoli. “É preciso verificar se o anti-vírus do aparelho está atualizado, assim como a segurança do sistema operacional”, recomenda.

3. Ignorar os produtos mais visados por fraudadores – Segundo Omar, da ClearSale, as compras mais atacadas por golpistas que clonam cartões são as de itens com grande liquidez. Isto é, produtos fáceis de serem revendidos. O especialista cita o exemplo de uma geladeira e um notebook, que embora tenham preços semelhantes, a preferência é pelo último, devido à facilidade de passar o produto à frente.

4. Deixar de verificar o cadeado de segurança – Ao fazer uma compra em qualquer site, o consumidor deve atentar para o pequeno cadeado que aparece no canto da tela. É ele que garante ao internauta a navegação por um ambiente seguro, de acordo com Bissoli. “O cadeado assegura que a conexão com o servidor é segura e que ninguém pode ter acesso a estas informações no seu computador”, explica o especialista em direito digital.

5. Desconhecer a credibilidade do site – Se a loja virtual for pequena ou desconhecida, o cuidado é redobrado. “É preciso verificar se a empresa possui endereço comercial, telefone e CNPJ, para ter certeza de que não se trata de um endereço fantasma”, afirma Aline, da Investmania. Outra recomendação é consultar listas do Procon e sites de reclamações e redes sociais para verificar a autenticidade do site.

6. Não informar o banco quando viajar para outro país – Uma forma de se resguardar de bloqueios devido ao uso do cartão em viagens internacionais é avisar o banco ou administradora do cartão toda vez que o consumidor sair para o exterior, recomenda Jarouche, da ClearSale. “Em alguns bancos é possível fazer isso até pelo internet banking”.

7. Esquecer de conferir a fatura do cartão – Consumidores que nunca verificam o extrato de seu cartão podem levar um susto na chegada da fatura, alerta Jarouche, da Clearssale. As operadoras dos cartões costumam disponibilizar as faturas na internet, em tempo real, e algumas avisam o cliente por SMS quando uma compra foi efetivada. “Há diversas ferramentas disponíveis que servem de alerta”, explica o advogado Bissoli.

8. Perder o registro de compra pela internet – Guardar o e-mail recebido da loja com a comprovação da compra, ou até imprimir o comprovante, são ações que contam a favor do consumidor em caso de fraude em operações virtuais, observa a coordenadora da Investmania. “É recomendável manter essas informações até o recebimento do produto”.

9. Digitar dados sigilosos do cartão por email – “Nenhum banco é autorizado a solicitar dados pessoais e intransferíveis do cliente, como senha, por email”, lembra Aline. As lojas virtuais pedem o mínimo possível de dados pessoais nas compras. São eles o número do cartão, nome do titular e código de segurança (quatro dígitos que aparecem no canto do cartão).

10. Confiar cegamente na URL que aparece no site – Uma das formas de enganar o consumidor para roubar seus dados é utilizar uma URL (endereço de um site) maquiada, como explica Bissoli. “Os fraudadoes podem utilizar técnicas para iludir o internauta, sobrepondo páginas no navegando e dando a impressão de que se está em um site de cima, quando se está no de baixo”.

 

Veja 20 direitos do consumidor que todos deveriam saber

Você tem conhecimento dos direitos por lei concedidos a você? Não apenas pelo consumo de produtos, mas também pela prestação de serviços. O Código de Defesa do Consumidor, Código Civil, e também, normas infraconstitucionais, garantem às partes, e garantindo direitos que às vezes, nem todo mundo sabe.

1 – Nome deve ser limpo até cinco dias após pagamento da dívida

Uma decisão da 3ª Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) determinou que, depois que o consumidor paga uma dívida atrasada, o nome dele deve ser retirado dos órgãos de proteção ao crédito em no máximo cinco dias. O prazo deve ser contado a partir da data de pagamento;

2 – Construtora deve pagar indenização por atraso em obra

Os órgãos de defesa do consumidor entendem que a construtora deve indenizar o consumidor em caso de atraso na entrega do imóvel, diz Maria Inês Dolci, da Proteste. Algumas empresas, ao perceberem que a obra vai atrasar, têm por hábito já oferecer um acordo ao consumidor antecipadamente. O melhor, porém, é procurar orientação para saber se o acordo oferecido é interessante;

3 – Bancos devem oferecer serviços gratuitos

O consumidor não é obrigado a contratar um pacote de serviços no banco. Isso porque as instituições financeiras são obrigadas a oferecer uma quantidade mínima de serviços gratuitamente, como o fornecimento do cartão de débito, a realização de até quatro saques e duas transferências por mês e o fornecimento de até dois extratos e dez folhas de cheque mensais;

4 – Não existe valor mínimo para compra com cartão

A loja não pode exigir um valor mínimo para o consumidor pagar a compra com cartão. Segundo o Idec e o Procon, se a loja aceita cartão como meio de pagamento, deve aceitá-lo para qualquer valor nas compras à vista. A compra com o cartão de crédito, se não for parcelada, é considerada pagamento à vista. Cobrar mais de quem paga com cartão de crédito fere o inciso V do artigo 39 do CDC (Código de Defesa do Consumidor), que classifica como prática abusiva exigir do consumidor vantagem manifestamente excessiva;

5 – Você pode desistir de compras feitas pela internet

Quem faz compras pela internet e pelo telefone pode desistir da operação, seja por qual motivo for, sem custo nenhum, em até sete dias corridos. “A contagem do prazo inicia-se a partir do dia imediatamente posterior à contratação ou recebimento do produto”, diz o Procon de São Paulo. A regra está no artigo 49 do CDC. A contagem não é interrompida nos finais de semana ou feriados;

– Você pode suspender serviços sem custo

O consumidor tem o direito de suspender, uma vez por ano, serviços de TV a cabo, telefone fixo e celular, água e luz sem custo. No caso do telefone e da TV, a suspensão pode ser por até 120 dias; no caso da luz e da água, não existe prazo máximo, mas depois o cliente precisará pagar pela religação, diz Maria Inês Dolci, da Proteste;

7 – Cobrança indevida deve ser devolvida em dobro

Quem é alvo de alguma cobrança indevida pode exigir que o valor pago a mais seja devolvido em dobro e corrigido. A regra consta do artigo 42 do CDC. Se a conta de telefone foi de R$ 150, por exemplo, mas o cliente percebeu que o correto seriam R$ 100, ele tem direito de receber de volta não só os R$ 50 pagos a mais, e sim R$ 100 (o dobro) corrigidos;

8 – Você não precisa contratar seguro de cartão de crédito

As administradoras de cartão de crédito sempre tentam oferecer aos clientes seguros que protegem o consumidor contra perda e roubo. Órgãos de defesa do consumidor entendem, porém, que se o cartão for furtado e o cliente fizer o bloqueio, qualquer compra feita a partir dali será de responsabilidade da administradora, mesmo que ele não tenha o seguro;

9 – Quem compra imóvel não precisa contratar assessoria

Quando vai adquirir um imóvel na planta, o consumidor costuma ser cobrado pelo Sati (Serviço de Assessoria Técnico Imobiliária), uma assistência dada por advogados indicados pela imobiliária. Esta cobrança não é ilegal, mas também não é obrigatória. O contrato pode ser fechado mesmo sem a contratação da assessoria;

10 – Passagens de ônibus têm validade de um ano

As passagens de ônibus, mesmo com data e horário marcados, têm validade de um ano, de acordo com a da Lei nº 11.975, de 7/6/2009. Caso não consiga fazer a viagem na data marcada, o passageiro deve comunicar a empresa com até três horas de antecedência. Depois, poderá usar o bilhete em outra viagem, sem custos adicionais (mesmo se houver aumento de tarifa);

11 – Se o consumidor desistir de um curso, tem direito a receber o valor das mensalidades pagas antecipadamente

Se houver desistência, as parcelas pagas referentes aos meses que não serão cursados deverão ser devolvidas. Porém, não há a obrigação do curso devolver o valor pago pelo material didático. O Idec considera abusiva qualquer cláusula contratual que estabeleça a não devolução do valor pago. No entanto, a escola pode cobrar multa, desde que isso esteja previsto no contrato, e que o valor fixado não seja abusivo. Por lei, o limite para multa com cancelamento de contrato é de 10%;

12 – Doador de sangue tem direito a meia entrada

Doadores de sangue registrados em hemocentro e bancos de sangue de hospitais dos estados Paraná (Lei Estadual 13.964/2002), Espírito Santo (Lei Estadual 7.737/2004) e Mato Grosso do Sul (Lei Estadual nº 3.844/2010) têm direito à meia-entrada, pagando assim a metade do valor estipulado ao público geral para o ingresso a espetáculos culturais, eventos esportivos, cinemas, exposições, entre outros;

13 – Toda loja deve expor preços e informações dos produtos

Artigo 6, parágrafo terceiro do CDC: a informação adequada e clara sobre os diferentes produtos e serviços, com especificação correta de quantidade, características, composição, qualidade, tributos incidentes e preço, bem como sobre os riscos que apresentem;

14 – Se a ligação do celular for interrompida, você pode repeti-la em até 120 segundos

Resolução nº 604, de 27 de novembro de 2012, aprova alteração no Regulamento do Serviço Móvel Pessoal (SMP) para que chamadas sucessivas feitas de celular para um mesmo número sejam consideradas uma única ligação para efeitos de tarifação. Para serem consideradas sucessivas, as chamadas deverão ser refeitas no intervalo máximo de 120 segundos entre os mesmos números de origem e de destino;

15 – O fornecedor deve responder por defeitos de fabricação – até mesmo fora do período de garantia

Segundo o CDC, os fornecedores respondem pelos defeitos de qualidade ou quantidade que tornem produtos inadequados ao consumo ou diminuam seu valor. E não adianta dizer que não sabia de nada: o fato do fornecedor desconhecer o erro não o exime da responsabilidade. Tampouco é possível escapar da obrigação por meio de cláusulas em letrinhas miúdas – a lei proíbe que o contrato atenue ou exonere o fornecedor de responder pelo problema. Quando se tratam de problemas aparentes (ou facilmente perceptíveis) em serviços ou produtos não duráveis, o consumidor tem até 30 dias para fazer sua reclamação. No caso dos duráveis, esse prazo é de até 90 dias. A situação se torna mais polêmica quando se trata dos chamados “vícios ocultos”, ou seja, defeitos que não são facilmente identificados e podem demorar anos para se manifestarem. A lei deixa claro que o consumidor tem direito à reparação de falha oculta até o fim da vida útil do produto e não apenas durante o período de garantia. O prazo para reclamação começa a contar a partir do momento em que o defeito de fabricação foi notado;

16 – Em nenhuma hipótese o cliente pode ser forçado ao pagamento de multa por perda de comanda

Essa prática é ilegal e o consumidor deve pagar apenas o valor daquilo que consumiu. É importante salientar que o controle do consumo realizado nesses estabelecimentos é de inteira responsabilidade do próprio estabelecimento, não dos clientes. Portanto, além da comanda entregue ao consumidor, é necessário que o recinto mantenha outro tipo de controle do consumo como um sistema informatizado de cartões magnéticos. Essa obrigação não pode ser transferida ao consumidor, logo, se o estabelecimento não possui essa segunda alternativa de controle, não pode impor ao consumidor qualquer taxa ou multa pela perda da comanda;

17 – Taxa de 10% não é obrigatória

A taxa de 10 % ou a gorjeta do garçom é uma forma que muitos estabelecimentos utilizam para bonificar o profissional pela atenção dada e pelo serviço bem prestado. É uma liberalidade, ou seja o consumidor pode optar por pagar ou não. Essa taxa deve ser informada prévia e adequadamente, com o devido valor discriminado na conta e a indicação de que a cobrança é opcional ao cliente. Contudo, é prática usual os recintos comercias não informarem sobre a taxa, e até mesmo informarem que o pagamento é obrigatório;

18 – Consumação mínima é uma prática abusiva

Infelizmente a cobrança da chamada “consumação mínima” é uma prática corriqueira. Mas isso não a torna lícita, pelo contrário, configura-se uma prática abusiva. Segundo o CDC, em seu artigo 39, inciso I, é vedado o fornecimento de produto ou serviço condicionado à compra de outro produto ou serviço, o que normalmente é chamada venda casada. Nestes termos, é abusivo e ilegal um estabelecimento obrigar a alguém consumir, seja em bebida ou em comida, um valor mínimo, exigido previamente como condição de entrada/permanência no estabelecimento, ou então, exigir o pagamento mesmo sem ter consumido qualquer produto;

19 – Todos nós temos os seguintes direitos, sem precisar pagar nenhum dinheiro por eles:

A. De fazer um pedido ao juiz, ao governador, ao prefeito, ao deputado, ao vereador, ou a qualquer tipo de autoridade, para defender nossos direitos ou para ir contra bandalheiras ou contra abusos de quem tem poder; B. De retirar certidões em repartições públicas, para a defesa de direitos e esclarecimento de situações de interesse de cada um;

20 – Sua opinião não confere o direito de agressão por parte de um terceiro

Ninguém pode ser molestado por suas opiniões, incluindo opiniões religiosas, desde que sua manifestação não perturbe a ordem pública estabelecida pela lei.

Cada um de nós tem o direito de viver, de ser livre, de ter sua casa, de ser respeitado como pessoa, de não ter medo, de não ser discriminado por causa de seu sexo, de sua cor, de sua idade, de seu trabalho, da cidade de onde veio, da situação financeira.